Um dos maiores especialistas em vinhos do Brasil, José Osvaldo Albano do
Amarante tem também uma grande paixão por queijos – tema sobre o qual ministra
palestras em todo o país desde 1993. Viajante inveterado, ele foi colecionando
observações sobre os queijos que consumiu e aprofundou suas pesquisas ao longo
das últimas três décadas. O resultado desse estudo está no livro Queijos do Brasil e do mundo – Para
iniciantes e apreciadores (352 p., R$ 115,00), lançamento da Mescla
Editorial. Trata-se de uma obra completa, com dados sobre produção, exportação
e consumo dos principais queijos do Brasil e do mundo. O autor inclui ainda
informações sobre compra, armazenamento, serviço, consumo e uso na culinária,
além de receitas famosas que levam o queijo como principal ingrediente.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
NOTÍCIAS // O mundo sem carne, em dois livros
Faz algum
tempo que hambúrguer deixou de estar associado necessariamente à carne. Os
vegetarianos reivindicaram para si também o direito de comer o bolinho achatado
dentro do pão e inventaram variações mil da receita tradicional. Amostras podem
ser encontradas em Veggie Burgers para Todo Mundo (R$ 43,50, 192 págs.). O
livro do americano Lukas Volger é um de dois recentes lançamentos da editora
Alaúde dedicados à comida sem carne. O outro é Comidinhas Francesas Vegetarianas,
da francesa Valérie Lhomme (R$ 34,90, 64 págs.).
O subtítulo do livro de Volger promete “hambúrgueres veganos e vegetarianos nutritivos e saborosos”. Entre esses, há hambúrguer de alho-poró e castanhas de caju com trigo em grãos e lentilhas, ou de cogumelos com cevada, milho com tomate seco e queijo de cabra e de berinjela e tomate com curry. “O hambúrguer vegetariano não é uma imitação do feito de carne. Tirando formato, ambos têm pouca coisa em comum. Por que, então, as receitas vegetarianas costumam ser usadas como substitutas insípidas do prato tradicional?”, questiona o autor.
Já Comidinhas Francesas Vegetarianas procura mostrar que, sim, existe cozinha na França sem canard, boeuf bourguignon ou entrécote. Entre 30 receitas, a culinarista e fotógrafa apresenta coisas como risoto com queijo de cabra e hortelã, pudinzinhos de aspargos com tofu, omelete de alcachofras e, entre as sobremesas, musseline de frutas vermelhas e panna cotta com manga e maracujá.
O subtítulo do livro de Volger promete “hambúrgueres veganos e vegetarianos nutritivos e saborosos”. Entre esses, há hambúrguer de alho-poró e castanhas de caju com trigo em grãos e lentilhas, ou de cogumelos com cevada, milho com tomate seco e queijo de cabra e de berinjela e tomate com curry. “O hambúrguer vegetariano não é uma imitação do feito de carne. Tirando formato, ambos têm pouca coisa em comum. Por que, então, as receitas vegetarianas costumam ser usadas como substitutas insípidas do prato tradicional?”, questiona o autor.
Já Comidinhas Francesas Vegetarianas procura mostrar que, sim, existe cozinha na França sem canard, boeuf bourguignon ou entrécote. Entre 30 receitas, a culinarista e fotógrafa apresenta coisas como risoto com queijo de cabra e hortelã, pudinzinhos de aspargos com tofu, omelete de alcachofras e, entre as sobremesas, musseline de frutas vermelhas e panna cotta com manga e maracujá.
domingo, 19 de outubro de 2014
NOTÍCIAS // Não peça croustade pensando que é crustáceo
Para quem gosta de fazer turismo gastronômico no exterior ou de descobrir novas receitas em publicações estrangeiras, cai como uma luva o livro "Vocabulário Prático de Culinária Internacional" (Martins Fontes, 160 páginas, R$ 31,90), de Dr. Fritz Kerndter.
A situação não é impossível nem mesmo para quem domina razoavelmente a língua do país: durante uma viagem internacional, você abre o cardápio de um restaurante e não consegue fazer nem ideia do que se trata um ou outro prato. Afinal, alguns nomes de ingredientes e de procedimentos culinários não fazem parte do linguajar cotidiano.
O livrinho é pequeno mas de grande utilidade. Reúne vocábulos em seis línguas -- português, inglês, francês, italiano, espanhol, alemão. E a procura pode ser feita a partir de qualquer um deles. Há também nomes de pratos nas línguas estrangeiras devidamente descritos em bom português. Um pé na roda para o gourmet curioso.
Em tempo, esclarecendo o título deste post: croustade, em francês, é "uma torta de massa folha ou massa podre, com uma grande variedade de recheios, na maioria salgados".
A situação não é impossível nem mesmo para quem domina razoavelmente a língua do país: durante uma viagem internacional, você abre o cardápio de um restaurante e não consegue fazer nem ideia do que se trata um ou outro prato. Afinal, alguns nomes de ingredientes e de procedimentos culinários não fazem parte do linguajar cotidiano.
O livrinho é pequeno mas de grande utilidade. Reúne vocábulos em seis línguas -- português, inglês, francês, italiano, espanhol, alemão. E a procura pode ser feita a partir de qualquer um deles. Há também nomes de pratos nas línguas estrangeiras devidamente descritos em bom português. Um pé na roda para o gourmet curioso.
Em tempo, esclarecendo o título deste post: croustade, em francês, é "uma torta de massa folha ou massa podre, com uma grande variedade de recheios, na maioria salgados".
domingo, 22 de junho de 2014
ALMANAQUE // Livro reúne 100 receitas com pinhão
Ingrediente
bastante popular no sul do Brasil, o pinhão é personagem principal do
recém-lançado O Pinhão na Culinária (137
páginas, R$ 15). Editado pela Embrapa Florestas, o livro traz 63 receitas
salgadas e 37 doces que têm como base essa castanha, além de Informações sobre
valor nutricional e dicas culinárias.
Ingrediente
versátil --- já experimentou fazer um pesto usando-o no lugar do pinhole? --, o
pinhão não contém glúten e tem altos teores de proteínas, fibras alimentares e
amido. Também possui minerais como cobre, zinco, manganês, ferro, magnésio,
cálcio, fósforo, enxofre e sódio. Os autores listam outras características
favoráveis à saúde, como baixo índice glicêmico e compostos antioxidantes.
Assinam a
publicação as pesquisadoras Rossana Catie Bueno de Godoy e Cristiane Helm, da
Embrapa Florestas; as nutricionistas Maria de Fátima de Oliveira Negre e Geisa
Liandra de Andrade de Siqueira e a técnica em nutrição e dietética, Lídia Maria
Mendes, da Escola Estadual Júlia Wanderley. Com tantos profissionais
envolvidos, dá para se ter uma ideia da amplitude do conteúdo.
Informações
sobre como adquirir o livro podem ser obtidas pelo e-mail sac@embrapa.br
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
ALMANAQUE // Roberta Sudbrack de livro novo
Receitas,
procedimentos e pontos de vista pessoais sobre a arte de criação culinária são
partilhados pela chef na publicação. Para realizá-la, Roberta convocou um
respeitável time de parceiros: há textos de Carlos Alberto Dória, Cora Rónai,
Bia Lessa e Ignácio de Loyola Brandão; as fotos são de Nana Moraes; o projeto
gráfico, do artista plástico Yuri Samico.
“Queria
cores, papeis, suplementos, texturas, queria liberdade! Queria como livro, que
conta uma história, queria como revista, que conta várias. Queria privilegiar o
dizer das imagens, tão próprio das boas revistas”, descreve a chef.
Roberta também
buscou promover um diálogo entre diversas expressões, exatamente como na sua cozinha:
“Queria estabelecer uma narrativa mais profunda com outros sentidos, traçando
um paralelo com as demais artes. Novas ideias, nova diagramação, nova cara,
novo caminho, novas possibilidades”.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
ALMANAQUE // A temperatura sobe na cozinha
Quem há de
discordar que a comida e o sexo estão entre os grandes prazeres da vida? O
escritor Alessander Guerra resolveu juntar as duas coisas no livro Sex in the kitchen (Editora
Melhoramentos, 224 páginas, R$ 39,00, impresso, e R$ 9,90, e-book).
“O próprio
ato de cozinhar exige uma cadência de movimentos que, embora automáticos, são
um verdadeiro ritual carregado de erotismo”, considera o autor, criador do site
Cuecas na Cozinha.
Alessander
narra a história do casal G e P, que, entre encontros e desencontros, vive um
romance apimentado não somente em sentido literal. Os dois se conhecem durante
um jantar oferecido por ele a amigos e, a partir daí, vivem aventuras
gastronômicas e sexuais.
Pratos e bebidas
saboreados pelos protagonistas aparecem como personagens coadjuvantes da
narrativa. Na fanpage do livro (www.facebook.com/SexandtheKitchen)
é possível conhecer o cardápio dos lugares frequentados pelos personagens além
de baixar um livro digital com mais de 70 receitas, do próprio autor e de
outros chefs.
Também na fanpage, há uma trilha sonora criada
por Alessander para a história.sábado, 6 de abril de 2013
ALMANAQUE // Encicloppédia da carne suína
A Publifolha lança no Brasil a tradução de Pig -- Cooking with a passion for pork, livro do chef inglês Johnnie Mountain, do restaurante londrino The English Pig. O título da edição brasileira resume a pretensão de Mountain: O livro da carne de porco (244 páginas, R$ 45). Traz não somente receitas que têm como base a carne suína, mas também apresenta as variadas técnicas de preparo, desde a defumação até a transformação da carne em bacon ou linguiça. Enfim, uma pequena enciclopédia sobre o assunto.
quinta-feira, 28 de março de 2013
ALMANAQUE // Tudo que vc queria saber sobre vinho...
Para quem quer
se aprofundar no assunto vinho, a Editora Lafonte lançou um mimo: Pequena Biblioteca do Vinho (R$ 120), box
de oito livros em papel couchê e capa dura, acondicionados em uma caixa de
madeira, com tudo (ou pelo menos o essencial) que você precisa saber. E ainda vem
uma cadernetinha para o leitor e aspirante a sommelier fazer anotações sobre
suas degustações.
A coleção é
organizada por títulos: Comprar seu
vinho; Escolher e servir o vinho; Degustar o vinho; Cepas e vinificação; Regiões
e vinhos; O livro de adega; Vinhos de
outros lugares e Pequeno dicionário
do vinho. Inclui mapas detalhados das principais regiões produtoras,
dicionários dos termos utilizados pelos especialistas e explicações de como
conservar, escolher, servir e harmonizar a bebida com os mais diferentes tipos
de pratos.
Parece muito, não é?
Mas com uma horinha de leitura aqui e uns goles ali, você chega lá.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
ALMANAQUE // Alhos, Safiras e Psicanálise

O livro Alhos e Safiras, de Ruth Reichl, não é lançamento. Mas quem não for muito de carnaval, segue uma boa sugestão para o feriadão. Quem for curtir a folia, leia depois. Ganhei o livro no ano passado, quando completei 30 anos, da Tia Maria José – mãe da super amiga e irmã Bárbara Bonfim.
Ela me disse:
– Meu filho, o livro é a sua cara.
E tinha tudo a ver.
A autora conta os tempos quando era nada-mais-nada-menos do que crítica de gastronomia do jornal The New York Times. Pela cidade, sua foto estava espalhada por todos os restaurantes e todas as cozinhas para que, quando Ruth colocasse os pés no tapete de entrada, ser prontamente atendida. E bem servida. Uma crítica pode tanto impulsionar quanto acabar com a reputação de um restaurante. Por isso, ao sair para trabalhar (ohhh coisa difícil, né?), ela resolveu que vestiria personagens. Literalmente.
As mudanças não vinham apenas com perucas ou maquiagem, tinham um quê de psicanálise, pois Ruth dava vazão a diversos sentimentos. Betty, Brenda, Chloe, Emily, Miriam e Molly passearam pelos becos gastronômicos de Nova York por mais de cinco anos. Em certos lugares, foram bem tratadas. Em outros, nem tanto. O resultado vinha depois nas suas críticas, que estão presentes ao final de cada capítulo.
O relato de crítica é divertidíssimo. Você ainda consegue ligar o botão da sinestesia e sentir o aroma e a textura das comidas por conta da nitidez que a jornalista descreve o prato. De quebra, umas receitinhas para tentar fazer em casa. Confesso que até agora não me arrisquei.
Atualmente, Ruth Reichl trabalha como editora-chefe da revista Gourmet, mora em Manhattan com seu marido, seu filho e dois gatos. Tem mais dois livros publicados no Brasil: Conforte-me com Maçãs e A Parte Mais Tenra. Antes de trabalhar no NYT, foi editora de culinária e crítica do Los Angeles Times.
Ela me disse:
– Meu filho, o livro é a sua cara.
E tinha tudo a ver.
A autora conta os tempos quando era nada-mais-nada-menos do que crítica de gastronomia do jornal The New York Times. Pela cidade, sua foto estava espalhada por todos os restaurantes e todas as cozinhas para que, quando Ruth colocasse os pés no tapete de entrada, ser prontamente atendida. E bem servida. Uma crítica pode tanto impulsionar quanto acabar com a reputação de um restaurante. Por isso, ao sair para trabalhar (ohhh coisa difícil, né?), ela resolveu que vestiria personagens. Literalmente.
As mudanças não vinham apenas com perucas ou maquiagem, tinham um quê de psicanálise, pois Ruth dava vazão a diversos sentimentos. Betty, Brenda, Chloe, Emily, Miriam e Molly passearam pelos becos gastronômicos de Nova York por mais de cinco anos. Em certos lugares, foram bem tratadas. Em outros, nem tanto. O resultado vinha depois nas suas críticas, que estão presentes ao final de cada capítulo.
O relato de crítica é divertidíssimo. Você ainda consegue ligar o botão da sinestesia e sentir o aroma e a textura das comidas por conta da nitidez que a jornalista descreve o prato. De quebra, umas receitinhas para tentar fazer em casa. Confesso que até agora não me arrisquei.
Atualmente, Ruth Reichl trabalha como editora-chefe da revista Gourmet, mora em Manhattan com seu marido, seu filho e dois gatos. Tem mais dois livros publicados no Brasil: Conforte-me com Maçãs e A Parte Mais Tenra. Antes de trabalhar no NYT, foi editora de culinária e crítica do Los Angeles Times.
Quem for muito curioso para ver o rosto da autora, basta procurar no Youtube.
Bom apetite!!!
SERVIÇO
Alhos e Safiras, de Ruth Reichl
Editora Objetiva
360 páginas
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
ALMANAQUE // Vá para cozinha, sim senhor

Cozinhar é apaixonante. Até mesmo para os menos iniciados, que costumam dizer que sabem fazer apenas ovo frito. Quem tem preguiça ou pensa que não tem habilidade com panelas e colher de pau deveria se arriscar um pouco na cozinha.
Quando pequeno, ou melhor, quando criança (pois tenho 1,71 há um certo tempo), ficava observando minha vó Suzana preparar comida árabe. Tudo de maneira meticulosa. Quibe, charutinho, berinjela, abobrinha recheada entre outros quitutes da culinária árabe. Esse é o momento mais longe da minha memória associado à cozinha.
Honestamente, achava aquilo tudo muito complicado e, pelo fato de ser um pouco agitado, nunca pensei que teria paciência para tal ofício. Os anos se passaram e, como já disse, sou movido a desafios. Quando ia a livrarias, ficava admirando os livros com aquelas fotos maravilhosas das comidas. E me perguntava: será que consigo fazer um prato desse com tantos ingredientes e passos?
Meu povo, acredite. Dá para fazer. É bom começar o desafio cozinhando para poucas pessoas, porque, caso haja erro, o desperdício não é grande. E, quando há acertos e elogios, belezaaaaaa – é o estímulo ideal para ir se aprofundando na alquimia dos alimentos.
Falei tudo isso para indicar aos amantes da gastronomia e aos que desejam iniciar o batuque nas panelas o livro Comidinhas (PubliFolha – cerca de R$ 45,00). Comprei e já fiz alguns bons testes. Lá, vocês podem encontrar receitas práticas, criativas e de fácil execução. A publicação é bem ilustrada e traz as famosas entradinhas – que podem se transformar em sequência de pequenas porções, tendência cada vez mais em alta no mundo da gastronomia internacional.
A autora Jennifer Joyce é chef autodidata (eu disse: autodidata) inglesa, que mexe com gastronomia há mais de 10 anos e apresentava um programa do gênero na TV BBC, em Londres. Ela ensina preparar entradas servidas em várias regiões do mundo, como Itália, México, Japão e Índia, e dá dicas de algumas combinações desses petiscos para você fazer uma reuniãozinha e harmonizar sabores.
O que está esperando? Teste uma (ou várias) delas e, depois, conte aqui.
Bom apetite!!!
Quando pequeno, ou melhor, quando criança (pois tenho 1,71 há um certo tempo), ficava observando minha vó Suzana preparar comida árabe. Tudo de maneira meticulosa. Quibe, charutinho, berinjela, abobrinha recheada entre outros quitutes da culinária árabe. Esse é o momento mais longe da minha memória associado à cozinha.
Honestamente, achava aquilo tudo muito complicado e, pelo fato de ser um pouco agitado, nunca pensei que teria paciência para tal ofício. Os anos se passaram e, como já disse, sou movido a desafios. Quando ia a livrarias, ficava admirando os livros com aquelas fotos maravilhosas das comidas. E me perguntava: será que consigo fazer um prato desse com tantos ingredientes e passos?
Meu povo, acredite. Dá para fazer. É bom começar o desafio cozinhando para poucas pessoas, porque, caso haja erro, o desperdício não é grande. E, quando há acertos e elogios, belezaaaaaa – é o estímulo ideal para ir se aprofundando na alquimia dos alimentos.
Falei tudo isso para indicar aos amantes da gastronomia e aos que desejam iniciar o batuque nas panelas o livro Comidinhas (PubliFolha – cerca de R$ 45,00). Comprei e já fiz alguns bons testes. Lá, vocês podem encontrar receitas práticas, criativas e de fácil execução. A publicação é bem ilustrada e traz as famosas entradinhas – que podem se transformar em sequência de pequenas porções, tendência cada vez mais em alta no mundo da gastronomia internacional.
A autora Jennifer Joyce é chef autodidata (eu disse: autodidata) inglesa, que mexe com gastronomia há mais de 10 anos e apresentava um programa do gênero na TV BBC, em Londres. Ela ensina preparar entradas servidas em várias regiões do mundo, como Itália, México, Japão e Índia, e dá dicas de algumas combinações desses petiscos para você fazer uma reuniãozinha e harmonizar sabores.
O que está esperando? Teste uma (ou várias) delas e, depois, conte aqui.
Bom apetite!!!
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