sábado, 12 de abril de 2014

drinkme// Ketel One tem nova embaixada em São Paulo

Por Juliana Raimo

Ketel One, vodca eleita duas vezes consecutivas a predileta dos melhores bartenders do mundo pela publicação Drinks International, lançou a segunda embaixada em São Paulo, no bar La Maison est Tombée. A casa passa a receber treinamento de brigada e novas cartas de coquetéis para promover a coquetelaria.
O bar passa a contar com um ritual exclusivo servido em uma chaleira de cobre, o Copper Kettle Serve, que remete a última destilação da vodca artesanal Ketel One. O drinque pode ser compartilhado com até quatro pessoas.
A embaixada terá receitas exclusivas que valorizam os ingredientes locais. Todas elas levam gelo seco em sua composição, o que mantém o drinque em temperaturas bem baixas por mais tempo sem diluir o sabor e permite que o aroma da bebida seja espalhado pela fumaça durante toda a experiência.
"A cultura da coquetelaria vem ganhando força no Brasil, e temos um caminho de muitas oportunidades. O aquecimento econômico faz com que o brasileiro refine seu paladar, buscando novas experiências gastronômicas”, explica João Paulo Leopardo, gerente-geral da unidade de luxo da Diageo. “Os bares que implementaram drinques em seus cardápios tiveram um incremento que chega a quase 100% no tíquete médio de seus clientes”.
No comando do bar, o bartender Laércio Zulu, eleito entre os dez melhores bartenders do Brasil pelo Diageo World Class, apresenta quatro receitas que exploram a versatilidade da coquetelaria.


1 | Madame umbu (R$ 26,00)


50 ml Ketel One
20 ml redução de umbu
15 ml suco de limão cravo
1 lance de Zulu Orange Bitters
Decor: Fatia de laranja desidratada com uma bailarina de rapadura ralada.
Lançar Zulu Bittter sobre a rapadura e flambar. Encher a coqueteleira de gelo em cubos, adicionar os ingredientes e bater vigorosamente. Em um copo do tipo midium drink com gelo em cubos, servir com dupla coagem a mistura da coqueteleira. Decorar com fatia de laranja bahia desidratada e rapadura ralada flambada.

2 | Uhh la vache! (R$ 28,00)



60 ml Ketel One
20 ml Licor de mel com cerveja tipo I.P.A.
60 ml de cerveja tipo Lambic
1 lance de Zulu Bitters de priprioca
Decor: Pedaço de favo de mel e ramo de trigo pequeno.

Em uma coqueteleira com gelo, bata a vodka com o licor e o bitter, sirva em taça tipo vintage com coagem dupla. Finalize com a cerveja tipo Lambic e decore com ramo de trigo e favo de mel.


3 | Potion magique (4 px) (R$ 83,00)


240 ml Ketel One Citroen
80 ml Shrub goiaba
240 ml água aromatizada com folhas de goiaba
6 lances de Zulu Bitters Lima da Pérsia
Gelo seco
Decor: Fatia de goiaba desidratada.Sirva com gelo em cubos na chaleira Ketel One e reserve.
Em uma coqueteleira com gelo em cubos, servir a Ketel Citroen com shrub e Zulu Bitters e bater até homogenizar. Pegue a chaleira com gelo, sirva a mistura da coqueteleira sobre a mesma, complete com a água aromatizada.À parte, prepare 4 copos tipo long drink com cubo de gelo grande e sirva junto com a chaleira.

4) Tchin tchin (chaleira serve 4 pessoas) (R$ 96,00)


120 ml Ketel Citroen
300 ml de espumante personalizado
Gelo seco
*Espumante aromatizado com folhas de louro, folhas de laranja, hortelã e adoçado com mel.
Decor: Ramo de LavandaPrepare a chaleira Ketel One com gelo cubo. Sirva Ketel One Citroen e o espumante.
Mexa os ingredientes fazendo movimentos giratórios com a chaleira. Sirva a cheleira com 4 taças especial (taça de vinho personalizada).


Embaixadas Ketel One em São Paulo
SubAstor
Rua Delfina, 163 (11 3815 1364)
La Maison est Tombée
Rua Jerônimo da Veiga, 358 (11 3071 2926)
- Sobre Ketel One®
A vodca holandesa é produzida com 100% trigo usando técnicas artesanais inspiradas em dez gerações de experiência em destilação da família Nolet. A história da marca iniciou em 1691, quando Joannes Nolet inaugurou sua destilaria em Schiedam, Holanda, reconhecido hoje como a capital mundial dos destilados.
O sabor extraordinariamente equilibrado e a sensação de textura sedosa na boca são provenientes do processo de destilação. Além de passar por quatro alambiques de coluna e ser filtrado em carvão, o coração do lote é extraído e redestilado em alambiques de cobre, o que proporciona o aroma e sabor únicos. Ketel One é o casamento perfeito entre a produção artesanal e modernas técnicas de destilação.
- Agradecimento: Thamara Falco | Agência Ideal www.agenciaideal.com.br

terça-feira, 8 de abril de 2014

GASTRONOMIX// Domingo tem O Mercado em São Paulo

O Mercado Feira Gastronômica, em São Paulo, terá mais uma edição. Será no dia 13, domingo, das 12h às 20h, no estacionamento da Cadillac Burger (Rua Juventus, 296, Mooca).
Cozinheiros, quituteiros e doceiros vão oferecer uma diversidade de comidinhas a preços de R$ 5 a R$ 15. E na parte musical, o DJ Tide (idealizador da festa Guacharaça Club) e o boliviano Pancho Valdez vão se revezar no som.

Veja a lista de participantes desta edição:
Alex Caputo – EATinerante – Gastronomia Sobre Rodas)
Alexandre Bazzo – Cervejaria Bamberg
Alexandre Leggiari & Hebert Bierwagen – Cannoleria
Anderson Bellomo – Bellomo Gelateria Brasiliana
Arturo Herrera – La Buena Onda “Carro de Comida”
Carlos Bertolazzi – Bertz Coxinha
Checho Gonzales – Cebicheria Gonzales
Eduardo Jorge & Victor Pires – Bravo Bistro
Felipe Zanuto e Luciano Lourenço – A Pizza da Mooca
Flavia Spielkamp – Aya Cuisine
Henrique Fogaça – Sal Gastronomia
Márcio Silva & Jorge Gonzalez – Buzina Food Truck
Paulo Ribas Bixo – Holy Pasta
Pedro Bichir e Daniel Martins – Linguiçaria Paulistana
Raphael Despirite – Hotdog Francês
Renata Cruz – Grupo Amici
Roberto Satoru e Alexandre Ortigoso – Ícone GastroRock

E mais, Rodrigo Lacerda, Veri Noda, Rosa Branca e Flávia Campos.

domingo, 6 de abril de 2014

GASTRONOMIX// RW em Curitiba, para comer com os olhos

Em Curitiba, o Restaurante Week prossegue até o próximo dia 13. Aqui, uma galeria de cinco opções de pratos oferecidos no jantar, em cinco restaurantes da cidade, durante o festival. Cada uma delas compõe um menu de entrada, prato principal e sobremesa, vendido a R$ 51,90.

Copa-lombo de porco na salsa do assado, nhoque caseiro, cogumelos frescos e castanha-do-brasil. Opção de prato principal da 4sí Brasserie (3022-7333, Batel).
Focaccia em meia-lua com parma, mussarela de búfala, tomate-seco e rúcula. Opção de entrada da Forneria Babilônia (3023-1714, Cabral).
Mignon com duo de mostardas e timbale de penne gratinado. Opção de prato principal do Vindouro Bistrô (3027-0700, Cabral).
Bife ancho farofa de couve, salada de batatas com mostarda dijon e vinagrete especial. Opção de prato principal no Carmina Bistrô (3095-9222, Juvevê).
Ravióli Ernesto (ravióli artesanal de abóbora, molho de queijo de cabra, nozes caramelizadas e ervas frescas). Opção de prato principal do Ernesto Ristorante (4141-5477, Mercês).

sexta-feira, 4 de abril de 2014

DRINK_ME// Bebida ao ar livre em SP no fim de semana

Juliana Raimo
Colunista de Drinks do Gastronomix

Os eventos de rua estão pipocando na cidade de São Paulo. É mais democrático, mais barato e valoriza o que a cidade tem de bom que é o encontro entre pessoas que buscam a mesma coisa: se divertir, comer e beber bem sem ser explorado.
Selecionei dois eventos que valem a visita para sábado e domingo próximos:
Sábado | dia 5
Green Sunset | MIS
A Green Sunset, do MIS, considerada uma das festas mais moderninhas da cidade, promove o drink em jarra. No sábado (5), os frequentadores da Sunset paulistana serão recebidos com Jun Daiti soda, bebida que conquistou a chef Janaina Rueda e foi sucesso no verão do Dona Onça. Para provar o drink -- feito com saquê, refrigerante de limão e pedaços de abacaxi, é preciso reunir cinco amigos e trocar o welcome voucher pela bebida.
Receita do Jun daiti soda
240ml de saquê Jun Daiti
200g de abacaxi cortado e descascado
160ml de soda
Gelo
Jarra de 1 litro

Coloque o abacaxi na jarra e macere. Acrescente o gelo, o sake Jun Daiti, a soda e misture. 
Também pode ser feito com outras frutas, como morango ou kiwi.

Domingo | dia 6
Feirinha Gastronômica | Vinho em taça
Entre os participantes inéditos do mês está o Los Mendonzitos y una Copa de Vino, primeiro wine bar itinerante do Brasil, que oferece taças com preços acessíveis dos melhores produtores, entre vinícolas familiares da região de Mendonza, com rótulos que ainda não são encontrados facilmente no país.

-    Sunset MIS
Av. Europa, 158, Jardim Europa, (11) 2117-4777
Sábado, a partir das 16h.
Feirinha Gastronômica
Praça Benedito Calixto, 85, Vila Madalena
Domingo, das 12h às 19h
www.feirinhagastronomica.com.br

quinta-feira, 3 de abril de 2014

30 ml// Café com calma

Sandro Biondo
Colunista de Café do Gastronomix

Sabe aquela cena clássica do cafezinho rápido, no balcão do bar, entre um compromisso e outro no centro de uma grande cidade? Ou das horrorosas máquinas de venda (sim, porque vending machine é o cacete, como diz Ancelmo Gois em sua coluna de O Globo) de espressos, achocolatados e outras bebidas ruins?

Pois bem; saiba que no mundo dos bons cafés as cenas estão cada vez mais em desuso. E que bom que seja assim. Revista Espresso deste trimestre crava na capa o Café sem Pressa como tendência da gastronomia. Graças a Deus, Oxalá, Buda, Alá ou quem quer que lhe represente lá em cima.

A matéria mostra o que todos nós, apreciadores do fruto arábico, já sabemos há tempos: café bom tem de ser bebido devagar, de preferência com um acompanhamento antes, uma conversa durante e outra xícara depois.
O movimento slow food (daí o Ancelmo Gois não pode brigar, porque o estrangeirismo já caiu no linguajar geral) foi criado na Itália em 1986 para se contrapor à moda do fast food, que já se espalhava feito praga do Egito àquela época. A ideia era valorizar o passo a passo e a fruição da comida quase como ritual, o que na verdade ela é. Não lhe parece coincidência demais que a Italia seja a terra de origem do espresso? Eles sabem o que fazem..

Pois o café também é ritual. E dos mais prazerosos, se bem curtido. A liturgia de limpar as papilas gustativas com água filtrada ou com gás, sorvê-lo lentamente para sentir o aroma, a acidez, o sabor pronunciado, o doce escondido por trás do aparente amargor... tudo isso demanda tempo, papo e, quem sabe, um bom bolo de fubá fumegando do forno para acompanhar...
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

GASTRONOMIX// Sabores de Páscoa em Brasília

No 10 0 13 Jazz Pub (408 Sul, 3244-6553), entre 8 e 19 de abril, será realizado o festival gastronômico Santo Bacalhau. Durante o período, no jantar de terça a sexta, serão servidos diversos pratos, quentes e frios, criados pelo chef Marcelo Vaz. Entre eles, o escabeche (lascas de bacalhau ao escabeche de siciliano, alho, azeite português, pimentões coloridos, azeitonas e ervas aromáticas, a R$ 32,90).

Até 19 de abril, a Adega Almeida promove todos os sábados, entre 9h e 13h, degustação de vinhos pensando especialmente na Semana Santa. A cada semana, são dois rótulos, um tinto e um branco, que combinam com o bacalhau, ingrediente tradicional da época. A Adega Almeida fica na 710/711 Norte (3036-8580).
Filé de robalo grelhado ao molho de tangerina e Jack Daniel’s acompanhado de purê de baroa com cogumelos (R$ 69,90, individual) é o prato que o chef Dudu Camargo criou para o período que vai até a Páscoa. Será servido entre os dias 14 e 19 de abril, no almoço e no jantar, no Dudu Camargo Restaurante (303 Sul, 3323-8082), Unanimitá (406 Sul, 3244-0666) e Your's (QI 11 do Lago Sul, 3248-0184).

terça-feira, 1 de abril de 2014

TORÓ DE PALPITE// Comida de verdade

Lumi Kihara
Colunista de Comida do Gastronomix

Comer, como tudo na vida, é uma questão política. A chef Bia Groll, do Otto Bistrot, pensa assim. O restaurante, instalado numa casa antiga, escondidinha numa travessa da Consolação, serve real food, ou comida de verdade, feita artesanalmente, sem conservantes químicos.

O cardápio é sazonal, com inspiração na gastronomia européia. Alguns pratos estão quase sempre no cardápio, como o spaetzle (R$ 32,00), macarrão alemão, que pode ser acompanhado por uma camponata feita de berinjela, abobrinha, alcaparra e queijo parmesão. Ou o delicioso hambúrguer, levemente picante, gratinado com queijo brie e melaço de cana, com legumes salteados (R$ 35,00).
O real food tem tudo a ver com o slow food, um movimento surgido na década de 1980 na Itália em reação ao fast food, que, basicamente, defende o direito a uma comida de qualidade: o alimento deve ser saboroso, limpo e os preços justos para quem produz e para quem consome.

Isso significa uma política alimentar que rechaça enlatados, embutidos, congelados industrializados que encontramos nas gôndolas dos supermercados. O slow food abraça tradições alimentares e gastronômicas que foram e vêm sendo substituídas pelo comida industrializada.
“Grandes redes de supermercados esmagando os pequenos produtores locais, massificando a cultura, tudo isso tem a ver com o que você come, com a sua saúde”, prega a chef. Tanto que o real food ganhou força nas últimas duas décadas, com o aumento mundial de incidência de doenças como câncer e diabetes, sempre associadas com o consumo excessivo de alimentos industrializados.

A chef do Otto usa, preferencialmente, produtos orgânicos de produtores locais no cardápio do bistrô ou no serviço personalizado para eventos, que é o seu foco principal. Alguns pratos podem ser 80% ou, com sorte, 100% orgânicos, dependendo do que ela encontra no mercado do Shopping Ibirapuera, na Feira de Água Branca ou diretamente com os produtores. 

Bia Groll discorda que comida orgânica seja para bolso de barão. Se a referência são os preços do Otto Bistrot, ela tem razão: preço justo para quem produz e para quem consome.  


Otto Bistrot
Somente com reserva
Telefone: (11) 3231-5330