sexta-feira, 27 de maio de 2011

DRINK_ME // O genuíno do Drink












Por Juliana Raimo

Nestes dias 24, 25 e 26 de Maio, aconteceu o tão esperado evento Atualuxo, organizado pela Mcf consultoria e ministrado por Carlos Ferreirinha. Tive o privilégio de participar e escrevo daqui entre um coffe break e outro.Traçando uma relação direta entre o que se debateu, tive a vontade de fazer uma relação entre o que é luxo hoje na visão destes palestrantes e o quanto isto pode influenciar a coquetelaria de amanhã.












De todos os palestrantes que ouvi ,uma executiva chamada Claire Howse, CEO de Marketing e Sustentabilidade da & Beyond, me chamou muito a atenção. Claire fala o que é o luxo hoje. Não se trata mais do que é somente caro, refinado, abundante, confortável, com status, polido, sem esforço, isolamento e individualismo. Se trata de momentos “irrepetíveis” e mágicos.

Pensando assim, um drink no mercado de luxo não é aquele feito com uma bebida premium apenas ou com um ingrediente caro ou raro, mas sim é a união de vários fatores como: preparo, estudo, treino, humanização do ato de se preparar um drink, paixão pela profissão e prazer de servir.

Recentemente estive no Terraço Itália e o chef de bar Firmino que trabalha lá a anos me disse: “preparo uma caipirinha para meu cliente como se estivesse preparando para mim mesmo”. Isto é ter paixão pela profissão e pelo ato servir. Desta forma não tem como não ter sucesso e reconhecimento.“O espirito de servir é um instinto natural” , segundo Claire Howse.
















Se falou muito em geração 80/95, jovens de 16 a 31 anos que são os “mileniuns” do consumidor brasileiro. Estes jovens são exigentes, antenados e prezam pelo bom serviço e atendimento, além de valorizarem o lado social das marcas. (exemplo: parte das rendas revertidas para ações sociais). Logo, os que tiverem esta preocupação, vão certamente sair a frente.

E o novo luxo da valor a excelência, ou seja, ao um drink incrível, que te leva a uma sensação inesquecível. A qualidade acima da quantidada onde a abundância perde valor.

“ O bom serviço é quando você não o nota” ,segundo Rogério Fasano.
















E para finalizar se falou muito em treinamento de equipe, o quanto isto é importante para o sucesso de um negócio. Não adianta um restaurante ter um chef de bar incrível e os outros bartenders serem medianos e mal treinados. Isto irá depor contra seu restaurante certamente.

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