quinta-feira, 1 de março de 2018

CHAZEIRA //Chá harmoniza com... Literatura!

Eloína Telho
Colunista de Chá do Gastronomix

Volta e meia a gente fala de harmonização de chás com alimentos variados, sabores que, somados, transformam o #momentomágico em experiência inesquecível. Mas, além de sabores, tem algo que combina demais com a xícara favorita: livros!

E se os livros tiverem, de algum modo, a temática do chá presente na história... Ahhhhh! Aí sim o coração bate maia depressa - e não tem a ver com a quantidade de teína ingerida! Rs!

Para animar a sua listinha de leitura (já falamos sobre literatura técnica bem aqui, ó: http://bloggastronomix.blogspot.com.br/2018/01/chazeira-na-lista-de-leitura-para-2018.html?m ), escolhi três títulos incríveis, dois deles recomendados por pessoas fenomenais. Vem comigo!
Mil Tsurus - indicação do querido Rosualdo Rodrigues, jornalista competentíssimo radicado em Brasília e também colunista do Gastronomix (você acha a coluna dele aqui: http://bloggastronomix.blogspot.com.br/2018/02/almanhac-branco-ficou-com-receita-da.html?m=1 ). Escrito por Yasunari Kawabata, escritor japonês que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1968, é um romance que percorre salas de chá. Tem mil referências à cerimônia, utensílios, porcelanas... Uma imersão na cultura japonesa e no caminho do chá!

O perfume da folha de chá - indicação do meu marchand favorito, Fábio Almeida Prado. De Dinah Jefferies, uma promissora escritora criada na Inglaterra, é também um romance, mas que tem como locação o Ceilão - colônia britânica produtora de chá preto - amo/sou! Um drama familiar dos anos 20, entre uma dama britânica e o proprietário de uma fazenda de chás.
Como morrem os pobres e outros ensaios - aqui, não se trata de um livro, mas de um ensaio específico dentro de uma coletânea, de autoria de um dos meus autores favoritos, George Orwell (sim, o mesmo autor de "1984" e "A Revolução dos Bichos"). Em "Uma boa xícara de chá", o escritor descreve as etapas que percorre em busca da "perfeita xícara de chá", bem como suas preferências pessoais. Adorei comparar com os meus hábitos - ou manias? Um texto curtinho, quase um manual de instruções... Bastante diferente do meu! Rs!

E você, conhece alguma dessas obras? Tem aí guardado algum livro que se relacione de algum modo com a temática do chá? Que tal compartilhar  comigo? Vou adorar conhecer outras histórias, pontos de vista ou qualquer outra maneira de falar sobre o hábito que tanto amo! Pra inspirar... E suspirar!

Ah, se quiser me acompanhar pelo Instagram ou Facebook , lá estão as imagens que ilustram na prática tudo o que falamos por aqui, feitas a partir do meu #momentomágico: @chazeira (insta) ou @eloinachazeira (face). Passa lá,  pra não morrermos de saudade até a próxima quinta, certo?

Beijos e bons chazinhos! Com leitura ficam ainda mais gostosos!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

ALMANHAC // Culinária alemã não é só chucrute e cerveja

Rosualdo Rodrigues
Colunista de Variedades do Gastronomix 

No que você pensa quando se fala em culinária alemã? Joelho de porco? Salsicha? Cerveja, claro, para acompanhar? É bem provável que sim. Mas a cozinha do país europeu é bem mais diversificada do que os clichês nos fazem imaginar.

O German National Tourist Board (GNTB) escolheu o tema culinária alemã para a campanha global de marketing e promoção turística do país ao longo de 2018. Isso porque apenas 7% dos turistas escolhem a Alemanha pensando na gastronomia.
Entre os brasileiros, a taxa de interessados nas comidas e bebidas germânicas é maior — 30%, de acordo com o DZT – Centro de Turismo Alemão. Mesmo assim, devem chegar lá pensando uma coisa e descobrir muitas outras.

A diversidade da culinária alemã pode surpreender. Nos 16 estados da federação alemã, cada uma tem vida cultural própria e isso se reflete na gastronomia. Uma área favorece a pastagem, a outra o cultivo de vinho e em outra a produção de frutas e legumes.

Dá só uma olhada como o cardápio pode guardar surpresas numa volta pelo país:
Alta Saxônia: é a região produtora do queijo Harzer (foto acima), feito de coalho, de baixíssimo teor de gordura (1%). Produzidos há centenas de anos, é, geralmente, pequeno e redondo. Alguns deles ganham bolor branco e outros, vermelho (este com sabor mais intenso).

Baden-Württemberg: na região de Stuttgart, uma das especialidades é o Maultaschen, espécie de ravióli de carne e espinafre. Dizem que monges, proibidos de comer carne na Quaresma, inventaram a receita para driblar a regra.
Baixa Saxônia: a couve é bastante consumida nesta região, especialmente no inverno, acompanhado de pinkel, uma salsicha de aveia, bacon, barriga de porco, cebola e ervas.

Baviera: aqui é popular a salsicha weisswurst (salsicha branca), feita com vitela e porco e aromatizada com cebolas e salsa fresca. Costuma ser consumida em cervejarias antes do meio-dia, acompanhada de mostarda doce, pretzels e cerveja.
Berlim: comida de rua é uma antiga tradição na capital alemã e o currywurst (foto acima) é um xodó dos berlinenses que o compram em quiosques desde 1930. A iguaria é degustada com cinco tipos diferentes de molhos de curry, um mais apimentado que outro.

Brandenburg: o pepino produzido na Floresta Spree é muito exportado, mas também consumido localmente em inúmeras receitas e modos de consumo. Tem até um tour de 260km, no qua é possível provar pratos os mais diferentes e acompanhar o processo de cultivo e preparo, do campo até a boca.
Bremen: em 1673 foi aberto na cidade o primeiro café e aí a bebida virou uma paixão local. Bremem é maior polo de comercialização do grão e possui dezenas de simpáticos e antigos cafés (o da foto é o Teestuebchen im Schnoor). São comuns as visitas guiadas às casas de torrefação.

Hamburgo: é hábito ir ao Mercado de Peixe todo domingo de manhã comer rolinhos do pescado. Entre eles, os rollmops, preparados há mais de 300 anos: filé de peixe de sabor acentuado (como arenque) enrolado em cebola ou pepino e curtido em vinagre. Dizem que é ótimo pra curar ressaca.
Hessen: a cidra Ebbelwei é sua bebida mais popular. Costuma ser consumida em todas as casas, sobretudo nos arredores de Frankfurt. Ideal para acompanhar costeletas de porco, salsichas e chucrute.

Mecklenburg-Pomerânia Ocidental: é típico na região o espinheiro (Sea buckthorn), arbusto rico em vitaminas e minerais, cujos frutos são utilizados em óleos, remédios, cosméticos, chás, conservas, licores e vinho.
Renânia do Norte-Vestefália: além de ser grande produtora de cerejas, a região abriga numerosas cervejarias. Muitas oferecem visitas guiadas e workshops. Em Dortmund, há um enorme museu dedicado à bebida.


Renânia-Palatinado: é a região que mais produz vinho na Alemanha. Podem ser provados nas muitas tabernas mantidas por vinicultores. Vários festivais ocorrem entre meados de agosto e o início de outubro.
Saar: nesta região, a dica gastronômica é se deliciar com uma genuína dibbelabbes (foto acima): batata ralada, alho-poró, bacon e ervas cozidos em uma panela tradicional (chamada dibbe no dialeto local) e acompanhado de um caseiro purê de maçã.

Saxônia: o stollen (foto abaixo), um bolo sofisticado de massa fermentada e frutas secas, era um alimento para o período de jejum desde os tempos medievais. Hoje, é tão querido na Saxônia, que tem até um evento, o Stollen Festival, em Dresden, em dezembro. Receitas de família são vendidas em mais de 130 endereços na cidade.
Schleswig-Holstein: concentra mais de 120 variedades de queijo, a maioria artesanal. A Rota do Queijo permite ao turista degustar variados tipos produzidos a partir de leite de vaca, ovelha e cabra. Dos mais suaves aos maduros, picantes e até doces.

Turíngia: bolinhos redondos de batata ralada, chamados Thuringian klösse, são tão queridas nesta região que até ganharam um museu, em Heichelheim. O espaço mostra aos visitantes como o bolinho é preparado e oferece degustação.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

GRÃO DO DIA // 30 curiosidades sobre o café

Alex Melo
Colunista de Café do Gastronomix

1- O café é a 2ª bebida mais consumida no mundo. A água fica com a 1ª posição.

2- Nome científico: Coffea Arabica.

3- O café é o 2º elemento mais comercializado do mundo, perdendo para o petróleo.

4- Seu cultivo ocorre em países quentes dos continentes América, Ásia e África.

5- A origem do nome 'Café' gera algumas divergências: alguns historiadores acreditam que tenha surgido de 'Kaffa', suposto local de origem da planta, outros acham que o termo provém da palavra árabe 'Qahwa' que significa vinho.
6- O café foi descoberto na Etiópia por volta de 850 d.C., porém não foi reconhecido até que se espalhou para a cidade de Moca, no Iêmen, e se tornou firmemente estabelecida como uma bebida popular.

7- Nessa época, muitos viam o café como um tônico ou droga para o cérebro, que servia como uma forma de estimular visões religiosas.

8- Os árabes foram os primeiros a cultivar plantas de café na Península Arábica. Eles tipicamente torravam os grãos e depois ferviam, fazendo a bebida chamada qahwa (citada no item 3).

9- Os etíopes se alimentavam de sua polpa doce, por/ vezes macerada, ou misturada em banha, para refeição. Seu suco também poderia ser fermentado para ser transformado em bebida alcoólica.

10- Chegou a ser proibido em Meca pelo sultão Murad III (1574-1595) que o considerou 'bebida do diabo'. A igreja católica também o demonizou por ser oriundo do lado pagão do mundo, o Oriente.
11- Foi santificado pelo papa Clemente VIII que propôs batizar a bebida para torná-la cristã! Rs. Pode isso?!

12- As primeiras mudas da Europa foram conquistadas pela Holanda em 1616.

13- Um belga chamado George Washington inventou o café instantâneo em 1906, na Guatemala.

14- Os turcos chamam seus cafés de 'escolas para sábios'.

15- O café foi incluído na legislação Turca onde as esposas poderiam pedir divórcio caso os maridos não provessem a casa de uma cota específica de café.

16- O café no Brasil era servido com bolos de fubá, broinhas, polvilho ou bolinhos de tapiocas.

17- Desde sua origem, no Oriente, sempre existiram casas especializadas em servir a bebida.

18- O termo 'café com leite' assumiu importância entre os historiadores para definir um acordo político secreto em vigor durante o período do Brasil Oligárquico – 1894 e 1930 – quando as elites  produtoras de café paulista e leite mineiro controlavam as eleições dos presidentes civis.
19- Desde sua origem o café sempre esteve associado a requinte, urbanização e intelectualidade.

20- Alguns historiadores apontam que o café atrasou a industrialização no Brasil. Embora outros digam que o rendimento e capital adquirido com o café foi primordial para impulsionar nossa industrialização.

21- Com mais de quatro bilhões de cafeeiros, o Brasil é o maior produtor mundial de café.

22- Vietnã, Indonésia, Colômbia e Índia completam os 5 principais países produtores de café.

23- Os cafezais são cultivados em mais de 70 países, principalmente na África, Sul da Ásia, Sudeste Asiático e América Latina.

24- Estudos mostram que homens que bebem seis ou mais xícaras de café diariamente diminuem seu risco de desenvolver câncer de próstata em 20%.

25- Estudos mostram que beber café reduz o risco da doença de Alzheimer, Mal de Parkinson, doenças cardiovasculares, Diabetes Tipo 2, Cirrose e Gota.
26- Existem mais de 25 tipos de café, sendo os mais populares a Robusta, com teor de cafeína mais elevado; e a Arábica, dona de sabor mais suave e quantidade menor de cafeína.

27- Cerca de 25% do café consumido mundialmente é proveniente do Brasil.

28- Baristas são os profissionais especializados na preparação de café de alta qualidade. Também trabalham criando novas bebidas baseadas em café.

29- A palavra 'cappuccino' surgiu no século XVI estando associado a Ordem dos Capuchinhos, reconhecidos por seus capuzes ou cappuccinos (em italiano).

30-  Cafemancia é uma técnica usada para descobrir o futuro através da borra do café.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS // La Tambouille tem novo chef


O chef Kenis Henon está de volta ao restaurante La Tambouille, do Espaço Gourmet do ParkShopping. Depois de uma temporada de dois anos e meio em Nova York, ele retorna e está alterando 50% do cardápio da casa. 

Entre os novos pratos estão: Polvo Grelhado com Húmus e Frutas Cítricas (R$ 51,00), servido como entrada. De principal, Pescada com Noisette de Abóbora e Aspargos Laminados ao Dry Martini (R$ 75,00). E de sobremesa, o Bonet (R$ 21,00), um pudim de chocolate feito com biscoito de amaretto esfarelado com toques de rum carta ouro e limão siciliano.


La Tambouille
Espaço Gourmet ParkShopping
SAI/SO, Quadra 1, Área 6580.
Telefone: (61) 3047 5925

sábado, 24 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS // 30 anos de Dom Francisco


Na época da inauguração da primeira casa Dom Francisco, na 402 sul, em 22 de julho de 1988, o vinho não era comum à mesa, pois era caro. Francisco Ansiliero teve a preocupação de ir atrás de bons rótulos a preços que incentivassem o cliente a acompanhar a comida com a bebida. Hoje, a adega do Dom Francisco da Asbac é considerada uma das mais completas da capital.

- 18 mil garrafas
- 1300 rótulos de 25 países   

Na realidade, a casa possui três adegas. Uma específica para rótulos de vinho tinto do novo mundo. Outra para tintos do velho mundo - França, Portugal, Espanha e Itália. E outra exclusiva para brancos e espumantes. Além disso, há dois rótulos com a grife Dom Francisco, da região de Piemonte. Um é o Beni di Batasiolo Barolo DOCG 2009, da uva Nebbiolo, que custa R$237, e o outro é o Barbera D’Alba Sovrana DOC 2010, que sai a R$166.

Dom Francisco Asbac
SCES Trecho 2 Conjunto 31
Telefone: (61) 3224-8429

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS // Acelera, Petrarca

Um veterano de 29 anos. O chef Marcelo Petrarca abriu sua terceira casa na capital. O Lago Restaurante fica na QI 5, tem decoração sóbria e um cardápio bastante diversificado. São cardápios distintos para a hora do almoço e jantar.

Há ainda um bar de drinks divididos entre clássicos e outros com a assinatura da casa. A aposta na coquetalaria de qualidade é um ponto fora da curva dentro do universo da gastronomia brasiliense. Poucos restaurantes servem drinks de qualidade em Brasília. A carta de vinhos possui cerca de 200 rótulos – a maioria com preços entre R$ 100 e R$ 150. No cardápio, comida contemporânea com influência francesa e italiana.


Pratos como filé com foie gras e batata rosti (R$ 89,00); stinco de cordeiro glaceado com risoto de açafrão (R$ 88,00) e canelle de cebola caramelada (R$ 69) são ótimas opções.

Destaque para as entradinhas que investem em vegetais para dar uma variada nas sempre tradicionais opções. Outra combinação ousada é o bacalhau em natas, porém feito com lâminas de pêra em sua base com um creme de gorgonzola e lâminas de amêndoas. Tinha tudo para ficar enjoativo, salgado e dar errado. Porém, o resultado surpreende pela sua delicadeza no paladar. Bela harmonia.

Entre as sobremesas, a cheesecake da casa (R$ 28), o brioche brûlée (R$ 27) e profiteroles de matchá (chá verde - R$ 29), mostrando que o chef está antenado com a tendência e aumento de consumo de chás pelos brasileiros.

Há rumores também de que o chef pensa em abrir uma casa em São Paulo e, futuramente, em Miami. Acelera, Petrarca! 
Lago Restaurante
SHIS QI 5, conjunto 9, bloco D, lojas 1 a 3
Telefone: (61) 3553-9077

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

CHAZEIRA // Semanas quentinhas e de muito chá em Brasília!


Eloína Telho
Colunista de Chá do Gastronomix

Para tudo e vem comigo! A coluna de hoje é pra você, que sempre reclama que em Brasília não temos cursos de chá. Separei uma avalanche de momentos especiais que acontecerão na cidade nas próximas semanas.

A partir de sexta-feira, dia 23/02, começa a segunda edição do evento “Rota da Cafeína”, promovido pelo Ernesto Cafés Especiais (um dos meus amores na cidade!). Com a temática de chá e café, reunirá gente muito especial, como a chef Ana Spengler (olha ela aqui: http://bloggastronomix.blogspot.com.br/2017/09/chazeira-o-cha-na-cozinha.html) e Vinícius Monfernatti (já falei dele aqui: http://bloggastronomix.blogspot.com.br/2017/10/chazeira-cerimonia-do-cha-japonesa.html), ambos de Curitiba/PR, em oficinas temáticas de chás japoneses, experiências culinárias cerimônias do chá (oportunidade única e muito especial!). O evento também contará com Fábio Pedroza, da Vai Té Chá, daqui de Brasília, que conduzirá uma palestra de introdução ao mundo dos chás.  Vai ser lindo demais e, se eu fosse você, não perderia por nada! 
Ana Spengler e Vinícius Monfernatti. Chazinho de amor!

As inscrições podem ser feitas eletronicamente pelo Sympla, no endereço https://www.sympla.com.br/ernestocafesespeciais, e pelo e-mail quero@ernestocafesespeciais.com.br. A programação em detalhes está logo abaixo, para que você se organize direitinho e não perca qualquer flash desses dias únicos que vêm pela frente!
Nos dias 06 e 07/03, quem ministra duas oficinas sobre chás, intituladas de “Os Sentidos do Chá” e promovidas pela Carota Comida Sem Veneno, é a querida Nathalia Leter, especialista em chás de São Paulo/SP. No primeiro encontro, além de conceitos teóricos, haverá uma degustação às escuras, para uma abordagem sensorial diferenciada. No segundo, haverá a degustação de 16 (dezesseis) tipos de chás (amo!), bem como será feita uma correlação com as culturas mundiais que se ocupam da bebida.

Cada encontro tem duração de três horas e o valor para inscrição em cada um é de R$ 210,00 (inscrições realizadas em fevereiro) e R$230,00 (inscrições realizadas em março). Mais informações pelo e-mail contato@carota.com.br ou pelo WhatsApp 61-992739002. Imperdíveis, tanto que vou aos dois! A Nathalia é a generosidade em pessoa! 
Nathalia Leter (foto: www.saladecha.com)

A agenda estará bem preenchida nesses próximos quinze dias... Mas tem coisa melhor do que falar de chá, conhecendo gente especial, com novos pontos de vista? Já disse que trocando ideias, a gente ensina e aprende. E faz um montão de amizades, né?

Ah, me acompanhe também pelo Instagram ou Facebook , lá estão as imagens que ilustram na prática tudo o que falamos por aqui, feitas a partir do meu #momentomágico: @chazeira (insta) ou @eloinachazeira (face) . Nos vemos lá, pra não morrermos de saudade até a próxima quinta, certo? Quem sabe a gente também não se encontra em algum desses cursos?

Beijos e bons chazinhos!