quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

NOTÍCIAS // Ostras e espumantes, vem verão..

O happy hour do BierFass Lago, no Pontão do Lago Sul, ficou mais animado às sextas-feiras. A partir das 17 horas, enquanto durarem os estoques, a casa sugere “Ostras e Espumantes”. 

A iguaria chega fresquinha, aberta na hora, ao valor de R$ 6,50 a unidade. Duas ostras e uma taça de espumante saem ao valor de R$ 12,90. Já seis ostras ficam por R$ 36,00. Seis unidades e uma garrafa de espumante Casa Perini Brut Charmat custam R$ 86,00.
BierFass Lago
Telefone: (61) 3364 4041
Funcionamento: De segunda à quinta-feira, das 12h às 1h. De sexta-feira a domingo, das 12h às 2h. Mesa ao ar livre, música ambiente e música ao vivo. Lugares: 600 lugares.

Pontão do Lago Sul
SHIS QL 10, Lote 1/33 – Lago Sul
Telefone: 61 3364.0580


ALMANHAC // Pisco sour, o peruano de ascendência americana

Rosualdo Rodrigues
Colunista de Variedades do Gastronomix

O pisco está para o Peru como a cachaça para o Brasil. Portanto, o pisco sour, mais famoso drinque feito a partir da bebida, seria a caipirinha dos peruanos. E dos chilenos também. Sim, os chilenos garantem que o pisco sour foi criado lá. Só que o chef Martin Morales, no livro “Ceviche” embola ainda mais a história e garante: o inventor é um americano. E dá nome e data.

Segundo Morales, chef-proprietário do restaurante Ceviche, em Londres, um certo Victor V. Morris saiu de Salt Lake City, Utah, para se estabelecer em Lima e trabalhar numa ferrovia. Victor acabou abrindo o Morris’ Bar, onde criou uma variação do whiskey sour, usando uma bebida farta no local, o pisco. 

Ao que se sabe, os americanos já bebiam o whiskey sour (uma mistura de bourbon, suco de limão, açúcar e clara de ovo) desde 1870 (é dessa data a menção histórica mais antiga da bebida, encontrada Waukesha Plain Dealer, de Wisconsin).

O senhor Morris, portanto, nada mais fez que substituir o uísque por pisco. E agradou a sua clientela, formada por políticos, diplomatas, escritores e artistas, que trataram de divulgar a receita.

Quando Victor V. Morris morreu, em 1929, o Morris’ Bar fechou, mas muitos de seus funcionários, que já conheciam o modo de preparo do drinque, foram trabalhar em outros estabelecimentos e levaram a ideia.

Logo, até os chilenos estavam familiarizados com o pisco sour. Hoje, existem muitas variações do coquetel. O próprio Martin Morales criou uma receita, o Soho Pisco, especialmente para seu restaurante, que fica no Soho londrino.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

2018: OS CLIENTES DE BRASÍLIA QUEREM MAIS

Rodrigo Caetano
Diretor do Gastronomix

Brasília possui uma das rendas per capitas mais altas do país. E, quase por consequência, é uma cidade onde existem muitas opções para quem precisa e deseja almoçar e jantar fora.
Opções para gostos e bolsos diferentes. A capital do país atrai investimentos, mesmo em tempos bicudos de crise. Muitos negócios se expandiram no ano anterior, seguindo modismos, como os dos hambúrgueres e de outras ondas da gastronomia, e alguns estabelecimentos fecharam as portas.

Para quem deseja investir e abrir algo, sugiro pesquisa. Pesquisa de local, de decoração, de fornecedor, de qualidade de ingrediente. Cidades em crise se reinventaram, como Lisboa e Atenas. Os empresários souberam lidar com os desafios, sem deixar de oferecer ótimas alternativas de consumo no ramo. Menos toalhas de linho, menos risoto e mais legumes, mais respeito à sazonalidade do ingrediente.

É quase uma unanimidade, caso fosse feita uma pesquisa, que o cliente brasiliense precisa ser mais bem tratado quanto à qualidade da entrega dos pratos e dos serviços. A começar pelas propostas de casas que são abertas. Quase sempre o mais do mesmo, com a mesma fórmula arquitetônica e um cardápio fácil e preguiçoso, com a premissa de que “é feito para agradar” ou “porque vende”.

Há de se ter certa ousadia, por exemplo, para bancar um projeto como o Café com Feira, do Grand Cru Brasília - Importadora de Vinhos e Wine Bar, em que um restaurante propõe ao cliente um café da manhã saboroso com possibilidade de um consumo sustentável e artesanal de ingredientes. Posso citar alguns bons exemplos de que negócios bem pensados fazem sucesso e trazem retorno financeiro como as padarias Castália e Varanda Pães Artesanais, como os restaurantes Authoral e Le Birosque e como os Café e um Chêro e Seu Patricio Café.

O público espera conforto, preços razoáveis e bons pratos à mesa com ingredientes da estação e mais tempero.

Por mais cafés com feira e menos modismos. Que venha 18!

GRÃO DO DIA // 4 drinques de café para o verão

Alex Melo
Colunista de Café do Gastronomix

Com o verão chegando, nada como uma carta de drinques refrescantes para os amantes de café! Que tal? Perfeito, não? Tem café com saquê, com vodka, com tônica, tem também com capim limão, e muito, muito gelo!!!

E é no clima da estação que a Suplicy Cafés criou um Especial de Verão para os apaixonados por café e pelo verão como nós: Receitas de Drinques de Café para todos os gostos! Confira aqui com a gente!

Além das novas bebidas geladas que são os hits da estação, o Cold Brew, um café filtrado com água fria, e o Nitro Brew, versão do cold brew com injeção de nitrogênio para dar uma textura cremosa e colarinho caramelo, semelhante ao chopp, o barista da cafeteria, Richard Kumagai, preparou receitas de drinques para fazer em casa ou conferir na nova Flagship da Suplicy Cafés. Veja que deliciosos e fáceis de fazer em casa:
1.COLD SAQUERINHA (R$ 18)
Ingredientes
- 170 ml Cold Brew Suplicy Cafés
- Saquê - 80 ml
- 6 pedras de gelo
- 6 a 8 Morangos

Modo de preparo
- Em um copo de 300 ml macere o morango, coloque 6 pedras de gelo, adicione o saquê e complete com Cold Brew Suplicy Cafés. Para finalizar decore com um morango.

2.COFFEE MARTINI (R$ 22)
Ingredientes
- 150 ml Café orgânico Suplicy Cafés coado
- Vodka - 50 ml
- Bitter de café 5 ml
- 6 a 7 pedras de gelo

Modo de preparo
Drink mexido:  em um mixing glass ou uma coqueteleira coloque 6 a 7 pedras de gelo, despeje a vodka e café orgânico Suplicy Cafés coado mexa com uma bailarina até gelar bem. Coloque o bitter e coe a vodka com café numa taça dry martini.

3.ORANGE COFFEE (R$ 18,00)
Ingredientes
- 150 ml Cold Brew Suplicy Cafés
- 5 a 6 pedras de gelo
- 4 ramos de Capim limão 

Modo de preparo
- Drink batido e montado:  em uma coqueteleira coloque o gelo de laranja o Cold Brew Suplicy Cafés -   e o capim limão e bata.  Num copo long drink adicione 10 ml de suco de laranja pasteurizado e com cuidado despeje a bebida da coqueteleira no copo. Decore com capim limão.

4.COLD TÔNICA (R$ 16)
Ingredientes
- 1 Copo cheio de gelo
- 220mls de água tônica
- 60 mls de cold brew Suplicy Cafés

Modo de preparo
- Drink montado. No Copo cheio de gelo, coloque a tônica. Finalize colocando o cold brew Suplicy Cafés sobre a tônica e um raminho de hortelã para decorar.

Flagship da Suplicy Cafés 
Mezanino entre as duas torres dos edifícios São Paulo Corporate Towers
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1909 - Vila Olímpia, São Paulo - SP
 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

NOTÍCIAS // Cowtainer aposta em costela e chope

Brasília ganhou um lugar dedicado ao chope local e aos pratos feitos com costela. É o Cowtainer. No comando, os empresários Marcelo Dantas (Beirute) e Márcio Schettino (Empório Santo Antônio) trazem na bagagem anos de sucesso no ramo da gastronomia. 

A casa servirá 10 tipos de chopes diferentes. O restaurante funciona o dia todo. No almoço, costela assada e grelhados são algumas das opções, acompanhadas de rodízio de guarnições, como o arroz de costela, farofa, legumes assados e defumados. Aos fins de semana e feriados, têm pratos para toda a família.


No happy hour, destaque para os petiscos como a porção de croquetes de costela. Para quem curte harmonizações, tem um mix de 3 cortes da mesma costela com sabores e texturas diferentes, sempre servido com chopes artesanais. 

Cowtainer
Pier 21 – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2 32
Telefone: (61) 3226 7994

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

NOTÍCIAS // Italianos produzem no DF o autêntico Limoncello

Rosualdo Rodrigues
Colunista de Variedades do Gastronomix

Há quem acredite que Limoncello, só o italiano. Mas o empresário Marco Romboloni está disposto a derrubar essa crença. E vem trabalhando nisso há dois anos, quando começou a produzir o limoncello do paraíso, em sua casa, em Alto Paraíso (GO).

Os insumos são todos daqui mesmo do Centro-Oeste, mas a receita segue o método artesanal praticado na Itália, onde a bebida é uma tradição. Marco a aprendeu com o pai e trouxe consigo quando chegou ao Brasil, há 12 anos.

Quando veio para cá, o italiano passeou por diversos lugares, incluindo Rio de Janeiro e Salvador, mas acabou escolhendo o interior goiano para se fixar. Em alto paraíso, construiu uma casa, que batizou de casa sublime. 
A casa sublime, em alto paraíso, hoje uma pousada

Ali costumava receber amigos para reuniões em que preparava pratos típicos da sua região, a Emilia Romagna, servidos na companhia de bom vinho, claro. Numa dessas, um dos convidados levou um limoncello importado.

Marco gostou, mas garantiu que era capaz de produzir um licor muito melhor. E provou o que disse. Deu início à produção artesanal da bebida e não tinha quem não quisesse uma garrafa.
Isso foi há dois anos, e desde então a produção de limoncello tomou uma proporção que motivou marco rombolini a vender a casa subime — que de tão ampla e bonita hoje é uma pousada –, arranjar dois sócios e mudar a produção para o plano piloto, há sete meses.

A ele se juntaram os italianos residentes em Brasília Michel Casalino, ex-sócio do Il Basílico da Quituarte, e simona forcisi. Agora, o trio se empenha em mostrar que o Limoncello do Paraíso não fica nada a dever aos que vêm da Itália (o que é verdade).

“Nosso método é artesanal. Os limões são escolhidos um a um, todo o processo segue rigorosamente a fórmula original do sul da Itália”, diz Marco, que produz a bebida em parceria com Michel e mais dois empregados numa loja comercial da Asa Norte.
Afinal, o licor pode ser usado como ingrediente de uma infinidade de coquetéis. São exemplos o Limoncello Spritz, em que o aperol é substituído pela bebida italiana, e o Coco Spritz (limoncello, água de coco, gelo e uma fatia de limão siciliano).

Todos super-refrescantes. “O frescor cítrico do limoncello tem muito a ver com o clima tropical brasileiro”, observa Marco Rombolini, que produziu uma primeira leva de 700 garrafas. Produz também, numa tiragem limitada, um saborosíssimo Crema Limoncello, versão cremosa do licor, que lembra um Bailey’s, só que de limão. Ambos os produtos, por enquanto, só está sendo vendido a adegas, mercadinhos, bares e restaurantes.

Simone é encarregada da divulgação do produto, levando-o a feiras e eventos gastronômicos da cidade. Faz parte de sua missão tornar conhecida a versatilidade do Limoncello, que não precisa ser consumido apenas como aperitivo.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

NOTÍCIAS // Luiz Porto produz vinhos em MG

Das Minas Gerais, conhecemos o pão de queijo, o fígado com jiló acebolado, as boas cachaças. Também da terrinha, há uma bela produção de vinhos. No Sul de Minas, uma das maiores regiões cafeeiras do mundo, encontra-se a Luiz Porto Vinhos Finos numa propriedade de 15 hectares implantada em 2005.

Em 2017, quatro vinhos da Luiz Porto foram premiados em concursos internacionais:

- DOM DE MINAS CABERNET FRANC Safra 2015
- DOM DE MINAS SYRAH Safra 2016
- LUIZ PORTO CHARDONNAY Safra 2015
- ESPUMANTE LUIZ PORTO BRUT
A vinícola possui 8 diferentes variedades de uvas no parreiral (terroir de inverno) e utiliza a  técnica de “dupla poda” ou “ciclo invertido da uva” ( quando a produção é feita no inverno e não no verão). A Luiz Porto possui cerca de 45 mil plantas importadas da região de Bordeaux, na França.

Entre tintos, brancos e espumantes, seus rótulos são encontrados em grandes restaurantes e empórios das principais capitais do país como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais e, em breve, mais estados do país.

Informações no site www.luizportovinhosfinos.com
Interessados podem entrar em contato pelo email josemario@luizportovinhosfinos.com

Telefone:s  (35) 3244-1226 e  (11)94742-6681