O restaurante Olivae, do chef Agenor Maia, inaugura hoje sua varanda, às 18h. Todas às 5as e 6as feiras, entre 18h e 20h30, a casa servirá três opções de sanduíches por R$ 10,00. Sanduíche de rosbife Passion com molho Olivae; pão francês com copalombo desfiado e molho BBQ e pão de queijo com disco de carne e molho. Vamos lá conferir!
Olivae Restaurante
405 Sul bloco B loja 6
Telefone: (61) 3443-8775
sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
NOTÍCIAS // Último dia para saborear o Passión Latina
O café Objeto Encontrado promove nesse sábado, 14 de março,
a partir das 17h, o último dia do Festival Passion Latina. Serão servidos dois sanduíches:
Porto Rico (carne de porco, musseline de batata doce e agrião) e os Estados
Unidos (costelinha de porco barbecue, vinagrete jalapeño, cheedar e Doritos). Além
da comida e do ótimo espresso, drinks especiais como Daiquiri, Mojito,Puta Rica,
Cozumel e Submarino (Sapporo e rum).
Tudo embalado numa super playlist. Quem vier a caráter latino ganha 50% de
desconto no primeiro drink.
Link do evento: www.facebook.com/events/1380584722261918.
Objeto Encontrado
102 Norte bloco B
Telefone: (61) 3081-8383
102 Norte bloco B
Telefone: (61) 3081-8383
quarta-feira, 11 de março de 2015
ME BATA UM ABACATE // Acarajé com espumante
Cronista do Gastronomix
Eu adoro antropofagias, mas igual à que a socialite Celinha faz num
terraço luxuoso de Copacabana estou para ver. Uma vez por mês, ela convida
amigas riquíssimas da alta carioca para um evento discretíssimo. Os
preparativos começam logo ao amanhecer quando uma decoradora chega com 120
rosas vermelhas especialmente cultivadas. As pétalas são aveludadas e cada
flor, quando aberta, tem o tamanho de um rosto de uma coruja adulta. Logo depois, o bufê atravessa o hall de
entrada com caixas e mais caixas de espumantes importados do tipo rosé e
iguarias reservadas em travessas de tradicional louça inglesa.
No terraço, todas as mesas estão cobertas por toalhas brancas rendadas.
A alvura, aliás, predomina na decoração e só é quebrada por esse vermelho
intenso das rosas, que lembra a boca de batom marcada na gola da camisa do
marido fanfarão, àquela que estraga qualquer casamento. As convidadas atravessam
o salão, todo trabalhado em porcelanato italiano, exibindo as bolsas e as roupas
de pura grife. No caminho, encontram os garçons de fraque e bebericam água de
borbulhas francesas. Ao centro, entre cortinas translucidas, um quarteto de
cordas toca música instrumental brasileira. No repertório, o melhor de
Pixinguinha e Heitor Villa-Lobos. Pense
num requinte.
A anfitriã Celinha surge elegantíssima, sempre com um vestido que nunca
mais vai repetir. Agradece a presença de todas e, em discurso econômico,
defende a importância da solidariedade dos ricos aos negativados (adjetivo da
moda no Brasil). As mulheres abrem as bolsas e tiram o que pode. Euros,
dólares, reais e cheques polpudos são despejados numa arca de ouro, que Celinha
trouxe de uma viagem ao Egito antigo. O clima de chá das cinco segue quando um
movimento altera o compasso da festa.
Duas cortinas vermelhas se abrem e três homens vistosos e de troncos desnudos
tocam um atabaque contagiante. As convidadas correm coreograficamente como
pombas urbanas em revoada. A luz do ambiente cai. Celinha avança ao centro do
salão em velocidade mínima. Sob um foco de luz intenso, parece se concentrar em
si. Fala algo inaudível. Aperta uma mão contra a outra. De repente, todas as
socialites invadem o ambiente, agora irreconhecíveis em turbantes e vestes de
baianas estilizadas. Só não lembram mucamas por um detalhe: o excesso de cristais
Swarovski aplicados sobre as golas, babados e bainhas. Elas dançam em torno de
Celinha. Mas não aqueles passos de candomblé. Algumas, visíveis bailarinas do
passado, fazem até uma meia-ponta com os pés, outras movimentam-se com um lenço
de seda ao vento à la Isadora Duncan. Fecham uma roda em torno de Celinha, que
só se abre quando uma gargalhada possante ecoa pelo ambiente.
Celinha não é mais Celinha. Ri, bati ombrinhos e embola a voz. Está
incorporada pela Maria Navalha, uma poderosa e respeitada entidade da Umbanda.
Todas as socialites comportam-se como serviçais dessa rainha negra. Duas delas
tiram de um legítimo biombo chinês um vestido vermelho de seda pura, desenhado
por um famoso estilista francês, e vestem o corpo possuído de Celinha. Outra
traz uma joia de rubi de preço incalculável à primeira vista. Devidamente
paramentada, a Maria Navalha ganha cigarrilhas importadas de Cuba e espumante
francês. Nesse momento, os garçons, agora vestidos com cangas africanas, servem
às participantes acarajés com espumante.
Apesar de tantas facilidades, a Maria Navalha de Celinha é firme nas
questões espirituais. Pede para as mulheres compaixão com os desvalidos e abre
uma roda de atendimento, na qual cada uma tem direito a uma pergunta de cunho
pessoal, que deve sempre ser dita à frente de todas as companheiras. Há quem
pergunte sobre qual o melhor destino para a próxima viagem ao exterior. Ou se
devem ou não partir para a vigésima intervenção plástica. Educadíssima, a Maria
Navalha discorre como uma psicoterapeuta e passa “receitas” variadas para abrir
os caminhos. Para uma delas, sugere uma tradicional galinha preta com farofa na
encruzilhada. A moça pergunta se não poderia trocar por um faisão com cuscuz
marroquino. A entidade ri e avaliza.
As mulheres aplaudem, giram, dançam e cantam um ponto de Maria Navalha
em inglês. Acreditam que fica mais sonoro. Feliz, a entidade se despede.
Celinha rodopia. Quatro rapazes, caracterizados de escravos bizantinos, avançam
pelo salão segurando em cada mão a ponta de um edredom recheado com penas de
gansos canadenses. Colocam a peça sobre o piso e Celinha cai desfalecida para o
fim do transe. Um casal de paramédicos acompanha tudo, tira a pressão e
verifica os batimentos da médium. Antes de recobrar a visão, o quarteto de
cordas volta ao ambiente e as mulheres retomam as etiquetas.
Celinha contabiliza as doações. Amanhã, vai em comitiva entregar cada
centavo a um orfanato em Realengo. Lá,
aliás, a Maria Navalha baixa, fuma charuto barato, bebe sidra e rodopia no chão
batido com a mesma desenvoltura. Quando perguntei se ela sentia saudades do
luxo de Celinha, gargalhou. “Nego, ali, se botar um trago da cachaça no
estômago da grã-fina, ela empacota. Por isso, aguento tanta frescura. Agora,
acarajé com espumante é quase um sacrilégio. Vejo aquilo e peço ao guia-maior: Pai,
me bata um abacate!”
O ABACATE DESTA COLUNA VAI PARA...
A pastora, que jura ser ex-lésbica, disse ter visitado o inferno 15
vezes e encontrado um Vale de Homossexuais, visto por ela em diversos ângulos.
Sei...
terça-feira, 10 de março de 2015
post it // 8 ícones há mais de 100 anos
Daniel Bitar
Colunista de Roteiros do Gastronomix
Colunista de Roteiros do Gastronomix
O segredo do sucesso, ao que tudo indica, não existe. E isso também
vale para o mundo da restauração. Certos estabelecimentos nem chegam a
vivenciar as quatro estações do ano. Outros, entre êxitos e dificuldades,
resistem por mais tempo. E há aqueles que acompanharam guerras, testemunharam
golpes de estados e mudanças de capital, evolução do comportamento e da sociedade,
porém continuam firmes. De tão antigos, uns viraram
ícones e, arrisco a dizer, sinônimo de qualidade. E alguns, apesar da idade,
mantêm uma beleza ímpar, que encanta e atrai novos clientes. Eis uma lista de
lugares que estão por aí há mais de um século – ou estão próximos de completar
100 anos – mas continuam batendo um bolão:
1.CAFÉ MAJESTIC – PORTO, DESDE
1921
2.CONFEITARIA COLOMBO – RIO DE
JANEIRO, DESDE 1894
3.CAFÉ NEW YORK – BUDAPESTE, DESDE 1894
4.KATZ DELI – NOVA YORK, DESDE 1888
5.CAFÉ CENTRAL – VIENA, DESDE
1876
6.CAFÉ TORTONI – BUENOS AIRES,
DESDE 1858
7.LAMB AND FLAG – LONDRES, DESDE 1772
8.CAFFÈ FLORIAN – VENEZA, DESDE
1720
segunda-feira, 9 de março de 2015
EU RECOMENDO // A creperia incrível de Recife
Carlos Ferreirinha (*)
Convidado especial do Gastronomix
“Minha dica imperdível é uma creperia incrível em Recife no Bairro de
Pina, localizada na Galeria moderna e vanguarda Joana D'Arc, com o certo ar de
Ouro Fino de SP... O interessante é que frequento esse local há muitos anos -
acho que desde de 1997 - e o motivo que frequentava era apenas e exclusivamente
porque os crepes são de ajoelhar de fabulosos.
O cardápio é vasto, criativo, com muitas opções salgadas e doces. Um
dos meus locais preferidos no Nordesde, PErnambuco...”
Anjo Solto
Avenida Herculano Bandeira, 513
Galeria Joana D'Arc, loja 14 - Pina - Recife
Telefone: (81)3325-0862
(*) Carlos Ferreirinha
é empresário, especializado no mercado de luxo. É sócio fundador da Bento
Store. Atua desde 1987 nas áreas de gestão de operações, desenvolvimento de
negócios, marketing, vendas e comunicação. No Brasil, foi executivo de empresas
como EDS/HP (Electronic Data Systems) e Louis Vuitton, empresa pela qual também
atuou como executivo em 10 países latino-americanos.
domingo, 8 de março de 2015
NOTÍCIAS// Bel Coelho descobre o Brasil
Boa notícia para os fãs de programas gastronômicos na TV: o TLC estreia nesta sexta, dia 6, às 22h20, uma atração do gênero sob comando da chef paulistana Bel Coelho.(Dui). Em Receita de Viagem, ela vai percorrer o Brasil em busca de personagens, receitas e ingredientes que revelem a a diversidade gastronômica do país.
No episódio de estreia da série, a chef visita a maior feira livre da América Latina, o Mercado Ver-o-Peso, em Belém (PA), na companhia do chef paraense Thiago Castanho. Entre outras descobertas, ela conta história do pato do imperador, um prato derivado do tradicional pato no tucupi. De lá, vai para Ilha de Marajó, onde prova o turu, iguaria retirada de troncos apodrecidos.
A série Receita de Viagem terá 20 episódios, exibidos semanalmente, com estreia sempre às sextas e reprise na quinta-feira da semana seguinte, às 21h10. Indo do Norte aos pampas gaúchos, Bel Coelho vai passar por Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Pantanal do Mato Grosso e Brasília, entre outras paradas
No episódio de estreia da série, a chef visita a maior feira livre da América Latina, o Mercado Ver-o-Peso, em Belém (PA), na companhia do chef paraense Thiago Castanho. Entre outras descobertas, ela conta história do pato do imperador, um prato derivado do tradicional pato no tucupi. De lá, vai para Ilha de Marajó, onde prova o turu, iguaria retirada de troncos apodrecidos.
A série Receita de Viagem terá 20 episódios, exibidos semanalmente, com estreia sempre às sextas e reprise na quinta-feira da semana seguinte, às 21h10. Indo do Norte aos pampas gaúchos, Bel Coelho vai passar por Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Pantanal do Mato Grosso e Brasília, entre outras paradas
sexta-feira, 6 de março de 2015
DRINK_ME // Nail Club & Drinks
Juliana Raimo
Colunista de Drinks do Gastronomix
Tem coisa melhor para as mulheres que
fazer a unha em uma 6af, em um local agradável no bairro dos Jardins (SP), que
te proporciona beber um delicioso drink e comemorar que finalmente o fim de semana chegou!
Preparados
pela sócia Raissa, o Salão Cheers Nail Club é um deste “cool points” que as
mulheres tem que ter na agenda. Raissa é advogada de formação mas como teve
experiências com a coquetelaria fora do país, quando voltou resolveu investir
neste Nail Bar pra lá de charmoso.
A localização não podia ser melhor, no
número 146 A – andar superior – quase esquina da rua Oscar Freire com a Peixoto
Gomide, tem umas das melhores sorvetereias de SP logo abaixo – Bacio di Late – além
de poder pedir comidinhas do restaurante em frente que são entregues pelos
garçons direto até você...
A carta de drinks recebeu a consultoria do grupo da Drink Design, onde foram sugeridas receitas já conhecidas no mundo da coquetelaria e muito consumida por mulheres.
Com base de espumante, os drinks Rossini, Bellini e Mimosa, além de uma jarra de Clericot feito com frutas frescas. Na linha Martini o mundialmente conhecido Cosmopolitan e uma versão frutada do Apple Martini. Para os Long Drinks, dois drinks super cítricos e refrescantes como o Collins e uma Limonada Pink. E por final, para quem não consome bebida alcoólica um soft drink a base de laranja e maça com dash de Grenadine.
Além dos drinks o espaço serve cerveja, vinho e prosecco.
- Para conhecer as opções do menu de coquetéis :
A carta de drinks recebeu a consultoria do grupo da Drink Design, onde foram sugeridas receitas já conhecidas no mundo da coquetelaria e muito consumida por mulheres.
Com base de espumante, os drinks Rossini, Bellini e Mimosa, além de uma jarra de Clericot feito com frutas frescas. Na linha Martini o mundialmente conhecido Cosmopolitan e uma versão frutada do Apple Martini. Para os Long Drinks, dois drinks super cítricos e refrescantes como o Collins e uma Limonada Pink. E por final, para quem não consome bebida alcoólica um soft drink a base de laranja e maça com dash de Grenadine.
Além dos drinks o espaço serve cerveja, vinho e prosecco.
- Para conhecer as opções do menu de coquetéis :
SOFT
DRINK – não alcoólico
Suco
de maça e laranja levemente adocicado com grenadineSPECIAL PINK LEMONADE
Gin ou Vodka, suco de Limão sciliano, xarope simples e dash de grenadine
COLLINS
Vodka, suco de limão siciliano e xarope simples
COSMOPOLITAN
Vodka, suco de cranberry, cointreau e limão
APPLE MARTINI
Vodka, maça verde, suco de Limão e xarope green apple
ROSSINI
Néctar de morango e espumante
BELLINI
Néctar de pêssego e espumante
MIMOSA
Néctar de laranja e espumante
CLERICOT
Espumante, maça, morango, limão, laranja e soda
Então fica a dica, só marquem hora com antecedência pois 5a e 6a são claro os dias mais concorridos!
Cheers Nail ClubRua Oscar Freire, 146 A
Jardim Paulista São Paulo SP Brasil+ 55 11 4562 8320 + 55 11 99182 2028 (whatsup)
Jardim Paulista São Paulo SP Brasil+ 55 11 4562 8320 + 55 11 99182 2028 (whatsup)
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