segunda-feira, 5 de maio de 2014

GASTRONOMIX // CWBurger Fest em Curitiba

CWBurger Fest já começou em Curitiba e segue até 18 de maio. Nesta segunda edição, com a proximidade da Copa, os estabelecimentos resolveram fazer criações que se remetessem à temática do futebol e estão usando também  ingredientes típicos de diversas regiões do país.  
Desenvolvido pela hamburgueria Charles Burger, o Charles Miller é servido em um pão francês e leva um delicioso hambúrguer de linguiça Blumenau acompanhado por bacon, queijo Philadelphia, ovo na chapa e molho especial.
Outro empreendimento que aposta na linguiça Blumenau é o Bar Canabenta. Durante o CWBurguer Fest, a casa está oferecendo o Blumenau Canaburger, preparado com pão de cevada, hambúrguer de linguiça Blumenau, mostarda escura, vinagrete e rúcula.
A Cervejaria da Vila também usou a criatividade para criar o seu hambúrguer para o evento curitibano. Inspirado na Oktoberfest de Munique, o preparo do empreendimento leva lombo de porco, cebola roxa, rabanete e maionese temperada. 
Para quem não abre mão de um doce, o Barba Hamburgueria criou uma opção bem curiosa, preparada com hambúrguer de banana, pão com doce de leite e ganache de chocolate.

Durante o CWBurger Fest, 36 hamburguerias, lanchonetes e bistrôs irão oferecer, em seu próprio estabelecimento, uma opção especial do preparo, que será vendido pelo valor único de R$ 24,90.Para mais informações, acesse o site www.cwburguerfest.com.br ou a página do evento no Facebook (www.facebook.com/CwBurguerFest).

EMPREENDIMENTOS PARTICIPANTES:
Atelier Bistrô e Bar, Babilônia Gastronomia - Batel, Babilônia Gastronomia - Cabral, Babilônia Gastronomia - Mueller, Babilônia Gastronomia - Palladium, Banoffi Bistrô e Confeitaria, Bar Canabenta, Cervejaria da Vila, Cidadão do Mundo Burgers & Arts, Charles Burguer, Estofaria Bar, Fábrica Gourmet Hamburgueria, Fabiano Marcolini Alimentari, Forneria Copacabana - Itupava, Guiolla Hamburgueria Gourmet, Hamburgueria Rústica, JPL Burgers, Limoeiro Casa de Comidas, Madero - Batel, Madero - Cabral, Madero - Champagnat, Madero - Comendador, Madero - Jardim Social, Madero - Shopping Estação, Madero - Shopping Palladium, Madero - Shopping Pátio Batel, Madero - Relógio das Flores, Madero - São José dos Pinhas, Memphis Hamburgueria, New York Café, O Barba Hamburgueria, O GiraMundo Café, Picanha Brava, The Fifties Traditional Burger - Shopping Curitiba, The Fifties Traditional Burger - Pátio Batel e Victor Fish’n’Chips.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

DRINK_ME // Movimento Botando a Banca

Juliana Raimo
Colunista do Gastronomix

Nasce o Movimento Botando Banca, restaurantes que oferecem comida acessível em suas calçadas unem-se para estimular a cultura de comer na rua de forma rápida, gostosa, despretensiosa e com bom custo-benefício. Grupo lança ainda um manifesto e um mapa com todas as iniciativas.
O movimento surge de um grupo de restaurantes que, cansados de ver a cidade à margem de uma vida efervescente nas ruas, resolveu ocupá-las com suas comidas e se fazer ouvir. A ideia surgiu dos restaurantes Tordesilhas, Suri Ceviche Bar, Obá Restaurante, AK Vila e da doceria La Vie en Douce, em parceria com a Coentro Comunica, agência de comunicação especializada em gastronomia, e com apoio da Deni Bloch Divulgação. Ao perceberem afinidades nas iniciativas que promoviam individualmente para fora de cada um de seus muros, este grupo resolveu unir forças por uma causa comum: ocupar as ruas levando comida de qualidade e a preços acessíveis.
Depois de muitas discussões sobre o assunto nasceu o Manifesto Botando Banca, que tem como premissa desmistificar a comida de rua e trazê-la para o calendário cultural da cidade. Para colocar os eventos de vez no calendário paulistano, a Coentro Comunica criou um mapa com a localização de cada restaurante, os horários e informações das iniciativas de cada um deles, junto com um guia de outros programas culturais próximos, que podem ser feitos antes ou depois.

Entre as sugestões está o badalado samba do Ó do Borogodó, perfeito para os animados que acabaram de provar os ceviches e piscos ao som de cúmbias no Suri Ceviche Bar. Ou ainda, o teatro do Conjunto Nacional e o cinema do Cine Sesc, perfitos para continuar a noite depois de comer um tacacá no Tordesilhas ou as tostadas do Obá.


Junto as comidinhas servidas nas barracas em frente aos restaurantes, existem drinks também acessíveis e que complementam as sugestões servidas naquela dia.
Nas próximas edições de cada evento, estarão a disposição do público folders coloridos impressos com o mapa completo, o manifesto e o serviço de cada participante. 

- Participantes:

AK na Rua
Diariamente - Falafel no pão e outros quitutesRua Fradique Coutinho, 1240 Vila Madalena
Domingo CevicheroTodo último domingo do mês, 18h às 21h - CevichesRua Matheus Grou, 488 Pinheiros
  
Obá na CalçadaToda última quinta do mês, 18h às 21h
Tostadas, acarajés, e outros quitutesRua Melo Alves, 205
Hypadinhas da CaroleSábados - RaspadinhasRua da Consolação, 3161
Tem Tacacá na Tietê
Primeira quinta do mês, 17h às 20h- TacacáAl. Tietê, 489

- Agradecimento: 
Coentro Comunica 11 4115 8159

quinta-feira, 1 de maio de 2014

30ml // Caetano é quem tem razão

Sando Biondo
Colunista de Café do Gastronomix

Falei sobre o assunto há um bocado de tempo, então não vai parecer implicância, mesmo que seja. E não se trata de acontecimento local porque, em 48 horas, constatei fenômenos semelhantes em duas cidades.

Brasília, Asa Sul, CLS 213. Há ali quatro casas que se intitulam, entre outros predicados, 'cafeterias'. As quatro ostentam suas muito modernas máquinas de café em cápsulas. Servir café, servem. Ser cafeteria é outra coisa.

Em uma delas, o requinte é ter uma máquina a cada mesa. O cliente vai até o balcão, compra a cápsula e ele próprio extrai seu café, na medida em que deseja mais água, menos água, com ou sem leite... a ideia do self-service de café até que é simpática e original. Mas nem o cliente é barista, nem a cápsula consegue oferecer bebida com a qualidade possível de uma cafeteria de verdade.
Eu, por exemplo, tiro café da famosa maquininha todo dia de manhã. Bebo, recebo minha injeção matinal de cafeína e até gosto, mas não julgo ter uma cafeteria dentro de casa.

São Paulo, Jardins, Alameda Franca. Depois de animado jantar com amigos de amigos, é chegada a hora do café. Bom, eu estava num restaurante, não numa cafeteria. Portanto, não poderia esperar que se servisse o espresso perfeito ou mesmo um coado à maneira original. Era cápsula. E custava R$ 7,90 a dose.

Já fiz aqui, no mesmo comentário a que me refiro no início desse texto, um manifesto de que se cobra muito por pouca qualidade, nessa modinha das nespressos e genéricas. Como todo modismo, é chato. E passa. É só o tempo de a classe média encontrar outro brinquedo.

Voltando ao fim do jantar, pedi uma cápsula pagando preço de dose de uísque porque precisava de alguma cafeína para esticar a noite. E comentei que era mais pela química que pelo gosto.
"Sacrilégio" - bradou o rapaz ao meu lado, ao que emendou: "Não existe café melhor do que esse no Brasil. Ainda bem que os suíços inventaram a Nespresso". Citei Caetano enquanto observava o moço afundar dois(!) saquinhos de adoçante no café 'mais maravilhoso do mundo':

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...

terça-feira, 29 de abril de 2014

TORÓ DE PALPITE // Selfies (??) de pratos

Lumi Kihara
Colunista dE Comida do Gastronomix

Os chefs andam irritados com a moda de fotógrafos de pratos, especificamente em relação aos mais fanáticos que, no afã de compartilhar suas refeições nas redes sociais, preferem buscar o melhor ângulo a apreciar a comida na temperatura ideal.  Pior quando levam tripé, usam flash e até sobem nas cadeiras para uma visão aérea do prato, o que levou os chefs de Nova York a pedir “menos, menos”.

Na Ásia, dizem que o Iphone sempre come primeiro. No Brasil, não é diferente, o que pode ser comprovado nas redes sociais. Aliás, a recente reação pública de dois estrelados chefs franceses contra os fotógrafos amadores de pratos revela que a moda é universal, inclusive na França, apesar de os franceses atribuírem esse hábito aos turistas.
O Glles Goujon, dono do restaurante L'Auberge du vieux puits, em Fontjoncouse, no sul da França, três estrelas no Guia Michelin, reclamou que quando alguém tira uma foto de suas criações e posta a imagem nas redes sociais acaba a surpresa. É como se tivessem se apropriando um pouco de sua propriedade intelectual. “Até tuitá-las, curti-las, responder aos comentários, o prato já está frio", lamentou Alexandre Gauthier, do restaurante La Grenouillère, em Madelaine-sous-Montreil, no norte da França, uma estrela Michelin.

Constata-se pelos comentários postados nos sites noticiosos que publicaram a notícia que saiu originalmente no site 
France TV Info que a queixa dos chefs sensibilizou poucas pessoas. Predominou a reação “eu paguei, eu faço o que quero com o prato.” Para os leitores franceses, os fotógrafos amadores de pratos são sempre turistas afoitos.
Polêmica por polêmica, no site do jornal The Guardian, os leitores criticaram muito mais o título, que chamou as fotos de “food selfies”. Autorretrato de comida é estranho mesmo. Talvez tenham ampliado o significado ao associar tanto um como outro uma “experiência narcisística”, como comentou um de seus leitores: “fotografar nossa comida com smartphone é somente o começo de nossa obsessão narcisística de dividir nossa experiência gastronômica na rede social”.

Mais bem humorados foram os comentários dos leitores do site 
G1: “parecem restos do almoço do meu cachorro”, “um prato feio desse, melhor nem tirar foto nem comer”. Injustiça com os dois chefs franceses porque a foto não parece nenhuma de suas criações, tanto que nem foi identificada a autoria na legenda. Talvez a feiúra possa ser atribuída à falta de flash.

No site do Michelin a cozinha de Glles Goujon recebe entusiasmados elogios, faz-se menção a emoções gustativas incandescentes, ao terroir, criatividade, sem mencionar o restaurante “especialmente agradável” e a carta de vinhos atrativa. As fotos profissionalmente produzidas publicadas no site do restaurante L'Auberge du vieux puits são de comer com os olhos. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

GASTRONOMIX // VIinho biodinâmico Parrilla Madrid

O Wine Bar do Parrilla Madrid traz o vinho biodinâmico Mundo de Yuntero, produzido na Espanha, fabricado sem utilizar processos químicos ou agrotóxicos no plantio, colheita e fermentação das uvas. Dependendo da taça, o vinho espanhol pode custar de R$ 6,50 a R$ 19. A garrafa com 750 ml sai a R$ 87. Outras marcas foram adicionadas às oito máquinas Enomatique, como o italiano Tignanello Antiori, com preços que variam entre R$ 39 a R$ 117. O vinho argentino Catena Alta pode ser apreciado por R$ 19 a R$ 57, já a marca Amiral de Beychevelle, produzido na França, custa de R$ 29 a R$ 87.

Parrilla Madrid
408 Sul bloco D loja 1
Telefone: (61) 3443-0698

quinta-feira, 24 de abril de 2014

GASTRONOMIX // Resenha Bar: do petisco à refeição

Brasília ganhou um novo botequim com 240 lugares. O Resenha Bar & Restaurante tem ambiente descontraído, bebidas variadas e opções gastronômicas que vão do petisco a uma refeição.  Para os amantes de jiló - ingrediente raro, mas tradicional dos botecos cariocas-, o empresário Carlos Carneiro garante que sua porção de jiló empanado é o melhor de Brasília (R$ 5,00). Além disso, o bar tem no cardápio petiscos como Camarão a Milanesa (R$39,90), Iscas de Peixe (R$ 26,50) e Lulas à Dorê (R$ 31,90).
Ainda para petiscar, coxinha de frango com queijo cremoso (R$ 5,00), quibe com queijo (R$ 6,90), porção de pastel (seis unidades por R$ 18,50) e porção de esfiha folhada com carne (seis unidades por R$ 14,50). Outras opções são as chapas para duas pessoas, como a Picanha Fatiada (acompanha farofa de alho, vinagrete e pão de alho), R$ 59,90 e a Carne de Sol (com mandioca cozida e manteiga de garrafa), R$ 50,90.
Resenha Bar e Restaurante
410 Sul Bloco D, loja 34
Telefon: (61) 3244-0421

quarta-feira, 23 de abril de 2014

GASTRONOMIX// A volta ao mundo em 28 pratos

Entre os dias 13 e 19 de maio, quem morar em Brasília terá a chance de dar uma volta ao mundo por meio da gastronomia, sem sair da cidade. Nesse período ocorrerá a Semana Gastronômica - Sabores da Europa, em que serão apresentados 28 pratos típicos dos países membros da União Europeia.
Os jantares, sempre a partir das 19h, serão no Dalí Camões (no Complexo Brasil 21, Setor Hoteleiro Sul), e fazem parte da programação da Semana da Europa.
Caberá ao chef da casa, Custódio Rodrigues Alves, comandar a realização das receitas. A cada noite, serão servidos quatro pratos, em esquema de bufê, ao preço de R$ 95 por pessoa (taxas de serviço e bebidas não incluídos).
Veja a programação:
Dia 13 (terça-feira): Bulgária, República Tcheca, Luxemburgo e Malta.
Dia 14 (quarta-feira): Eslovênia, Polônia, Lituânia e França.
Dia 15 (quinta-feira): Dinamarca, Holanda, Hungria e Croácia.
Dia 16 (sexta-feira): Finlândia, Chipre, Alemanha e Bélgica
Dia 17 (sábado): Espanha, Romênia, Suécia e Grécia.
Dia 18 (domingo): Irlanda, Estônia, Eslováquia e Reino Unido.
Dia 19 (segunda-feira): Itália, Letônia, Áustria e Portugal.