sexta-feira, 4 de outubro de 2013

DRINK_ME // Nova embaixadora do marca Aperol

Por Juliana Raimo


A Campari do Brasil lança um projeto junto a bartender Talita Simões, que certificará bares em São Paulo, Rio e Floripa com o autêntico coquetel Aperol Spritz.
O Spritz, um dos drinks mais populares do verão europeu vem conquistando adeptos no Brasil e no mundo.
Talita, convidada para ser a embaixadora da marca,  conta com um rico portifólio, com 18 anos no mercado da coquetelaria. Talita foi à Itália, país berço de Aperol, para fazer uma imersão no mundo da marca e conhecer a legítima elaboração do drinque italiano. Agora, a bartender tem a missão de dividir seus conhecimentos em bares, credenciando-os como os verdadeiros locais onde é possível apreciar o autentico Aperol Spritz italiano. 


Desde 2011, a Associação Internacional de Bartenders (IBA) anunciou a inclusão de Aperol Spritz entre os seus drinques oficiais. As bebidas oficiais da IBA são selecionadas pela Associação como os coquetéis mais notáveis ​​em todo o mundo.
Como preparar um autêntico Aperol Spritz ?
Talita Simões explica que é necessário seguir a receita 3,2,1, para manter o sabor e leveza de autenticidade do drink:

Aperol Spritz




Em um copo largo, adicionar:
03 partes de Prosecco
02 partes de Aperol
01 parte de água com gás
Gelo
Decore com uma fatia de laranja

Alguns locais onde encontrar o drink


MYK | Peixoto Gomide, 1901
Mare Motto | rua Mario Ferraz, 479
Serafina | al Lorena, 1051
Brera | rua ministro rocha azevedo, 1068
Entre outros....

- Curiosidade:
Aperol foi lançado em 1919, na Feira Internacional de Pádua. Criado pelos irmãos Barbieri, Aperol logo se tornou a bebida favorita dos italianos. É leve, com graduação alcoólica de 11 por cento, e possui um sabor marcante, resultado da infusão de uma mistura de ervas de alta qualidade e raízes. A receita original mantém-se inalterada e é secreta. Misturado com prosecco, Aperol torna-se o perfeito Aperol Spritz, um drinque irresistível que é a grande sensação na Itália, nos países europeus vizinhos, e também está invadindo outros continentes.

- Agradecimento: Xcomunicação e Talita Simões





quinta-feira, 3 de outubro de 2013

30ml // Peça pelo número

Sandro Biondo
Colunista de Café do Gastronomix

Pode ser que você não tenha respondido a esta pergunta quando recebeu o pesquisador do IBGE em um dos muitos censos promovidos periodicamente no país. Mas o fato é que o instituto descobriu que 80% dos brasileiros tomam café de alguma maneira. Qual é a sua? 

Aqui neste espaço temos tratado dos mais variados assuntos sobre a bebida: para que serve a água que a acompanha; se devemos usar açúcar, adoçante ou, melhor ainda: nenhum dos anteriores; a importância do barista na preparação do café perfeito; a qualidade dos grãos; e vários etcétaras mais.

Mas o mundo do café é tão amplo quanto a variedade de métodos de preparação. Em rápida pesquisa pela Internet descobri perto de 50 formas de preparo. Do prosaico coador de pano às máquinas hipermodernas que chegam a custar o preço de um carro caro, há jeito pra todo gosto. E gosto pra todo jeito. 
Quem prefere um café mais encorpado, com crema (nome fino para aquela espuma que recobre a bebida) e preservação mais acentuada de sabores vai de espresso, que a gente não cansa de repetir, deve ser preparado em máquina de boa cepa por um barista de boa mão. 

Já os mais tradicionais costumam preferir o café coado mesmo, à maneira antiga, seja no coador de pano ou em filtros de papel. Nada contra, desde que você use um pó decente. Cuidado com as marcas muito baratas da prateleira do supermercado, porque elas costumam ter impurezas misturadas ao pó. Dizem que tem coisa ali que até Deus duvida...

E há outras formas de se preparar um café mais próximo do coado. A cafeteira italiana é a mais popular na Europa, por exemplo. Nesse caso, prefira as da marca Bialetti, imitada mundo afora. Já a francesinha entrega uma bebida bem parecida com a italiana. As diferenças estão mesmo no design e no método de preparo. 
A cafeteira turca é a mais antiga inventada pelo homem. Assim como no método árabe o pó não é coado: fica no fundo do recipiente, o que resulta numa bebida mais encorpada do que a dos coadores. 

Tem ainda a cafeteira normal (aquela da repartição), as máquinas de cápsulas (a moda da vez) e as de sachê. Mas o espaço aqui é curto, o tempo passa rápido e a gente não quer aborrecer você. Falamos desses outros métodos numa outra oportunidade. Ou então quando faltar assunto mesmo, ok?      

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

GASTRONOMIX// Cozinhando em Berlim


Pouco a pouco, a Zahar tem criado um considerável catálogo de livros de gastronomia que fogem ao óbvio das receitas. Pela editora já saíram títulos altamente recomendáveis aos amantes do assunto, como "Aprendiz de cozinheiro", de Bob Spitz, “Adeus aos escargots”, de Michael Steinberger, e “O que Einstein disse a seu cozinheiro”, de Robert L. Wolke.
Agora, a lista ganha mais um item: “Minha cozinha em Berlim” (312 páginas, R$ 39,90 impresso ou R$ 27,90 em e-book), de Luisa Weiss. O livro segue a fórmula de romance em que a cozinha é cenário frequente, o que justifica a inserção de receitas diversas ao longo da narrativa. Não por acaso, o subtítulo: “Uma história de amor com receitas”.
Assim como o livro do jornalista Bob Spitz (o levinho e divertido “Aprendiz de cozinheiro”), o de Luisa Weiss narra uma experiência própria, mas com liberdade ficcional: a jovem larga uma vida certinha em Nova York – com direito a emprego e namorado – e se muda para Berlim, na Alemanha, onde nasceu, na tentativa de recuperar o gosto da infância.
Luisa se mudou para os Estados Unidos na companhia do pai, americano, quando este se divorciou da mãe dela, alemã. Dez anos depois, resolve voltar. Romântica e apaixonada por culinária, passa a exercer as habilidades de forno e fogão enquanto busca novas motivações, inclusive amorosas.

De quebra, ensina o leitor a fazer gostosuras como endívias refogadas, uma torta de maçã levíssima e uma salada niçoise que ela promete ser a melhor do mundo.

COLHERADA // Uma viagem gastronômica

Erika Klingl
Colunista e Crítica de Gastronomia do Gastronomix

Não sei se isso acontece com vocês. Mas quando eu penso em uma viagem ou um passeio que já fiz, cada lembrança é associada a um sabor, cheiro ou a uma experiência gastronômica. Da ida à Viena, quando fui conhecer a casa onde meu pai morou na infância, está vivo o gosto da torta de chocolate que comemos numa tarde de primavera em 2006 no clássico hotel Sacher.

Quando saí pela primeira vez com o Leo, meu cunhado, em Paris, tomamos um chocolate quente inacreditavelmente bom e cremoso pertinho da Bastille. Poucos dias depois, ele pediu a minha irmã em casamento.
No segundo ou terceiro dia da minha lua de mel em Buenos Aires, comemos num boteco perto do estádio do Boca, o La Bombonera. O El Obrero tinha sido fortemente recomendado por um amigo do Gustavo mas era escuro e cheio de fotos de jogadores nas paredes. Ou seja, nada romântico. Lembro até hoje da minha surpresa: foi o melhor bife de chorizo que já comi na minha vida.

Podia passar o texto todo citando as minhas lembranças. São inúmeras... Mas o meu objetivo aqui é falar do que virou o meu hobby nos últimos anos: estudar e organizar meus roteiros de viagem à partir da cozinha de cada lugar.

Além de buscar museus, shows e passeios, meus registros de viagens passam pelas mesas de cafés e restaurantes. E eu sou da teoria de que, quando a gente começa a planejar, já começa a viajar. Exatamente por isso, pesquiso muito sobre a cena gastronômica de cada cantinho. Nesse momento, estou em pleno processo de organização de uma viagem para Portugal que farei em novembro.

Por onde começar?
Definido o período das férias, além de economizar para pagar a viagem, a primeira coisa que eu faço é comprar guias. E não me prendo apenas aos de turismo. Sempre que possível, busco publicações específicas de gastronomia (nos Estados Unidos, por exemplo, o Zagat é uma ótima opção www.zagat.com).

Para a minha viagem a Portugal, comprei na Amazon o Guia Michelin. Aqui vale uma ressalva. Deve ser o guia de capa vermelha pois é ele que fala das melhores hospedagens e restaurantes de cada cidade. O de capa verde é um guia de turismo comum. E engana-se quem pensa que  tudo o que tem no guia é caríssimo. É claro que tem os estrelados (maravilhosos) mas também há outras ótimas opções. E é fato: se está no Michelin, mesmo sem estrelas, é, no mínimo, bom.
Normalmente, o ideal é começar a ler e se informar antes mesmo de comprar passagens e reservar hotéis. Isso porque você pode decidir mudar algo no vôo e, quando for fazer a alteração, perderá todo o desconto. Eu, por exemplo, vou alugar um carro para descer do Porto a Lisboa. Pela TAP, comprei a chegada por um lugar e a saída por outro para evitar um deslocamento desnecessário. Essa mudança não alterou em nada o preço da passagem já que comprei com antecedência de seis meses. E a decisão só foi tomada depois de termos definido que passaríamos três dias na região do Douro.

De acordo com o guru das viagens, o jornalista Ricardo Freire (do blog Viaje na Viagem), o melhor momento para reservar hotel é exatamente três meses antes da data de hospedagem: quando as tarifas descontadas aparecem nos sites de reservas de hotéis. São aquelas que exigem pagamento imediato mas que dão desconto de 10% ou 15%.
Ou seja, cerca de 100 dias antes da viagem, gaste parte de seu fim de semana ou algumas noites em sites de busca de hotéis para cruzar as cidades que estarão no seu caminho e as melhores ofertas. Aqui, sempre uso o Tripadvisor (http://www.tripadvisor.com.br) e o Booking (www booking.com) que dão as avaliações de quem já se hospedou e também os preços. Confesso que, na imensa maioria das vezes, faço a reserva no próprio site do hotel mas não sem antes conhecer os defeitos e as qualidades apontadas pelos outros turistas.

Já o prazo de dois meses é, para mim, o marco para reservar os grandes restaurantes. Pelo meu cronograma, por exemplo, sei exatamente que dias estarei no Porto. Lá quero jantar no The Yeatman, cujo chef foi eleito em 2013 o melhor de Portugal e a carta de vinhos ganhou prêmio da Wine Spectator. Como falta apenas um mês e meio para minha ida a Portugal, é claro que eu já reservei. Aqui, vale outra ressalva, em Nova York, o prazo ideal é de três meses, quando são abertas as reservas no site Open Table (www.opentable.com).
Feitas as reservas dos principais restaurantes, é hora de começar a buscar também os passeios e, se possível, também garantir as entradas para não pegar fila. Isso não é um problema em Portugal. Mas na Itália, por exemplo, é imprescindível comprar os ingressos do Coliseu antes.

Minha ideia é, antes de viajar, escrever aqui no Gastronomix o meu roteiro fechado com os pontos de destaque de cada cidade e com os restaurantes escolhidos. E prometo que, quando eu voltar, também contarei para os apaixonados por gastronomia as melhores experiências. Quem sabe você se anima para a próxima viagem?

terça-feira, 1 de outubro de 2013

GASTRONOMIX // 7 novidades em Brasília

A dica é para quem adora conhecer lugares novos. Nos últimos meses, algumas novas opções abriram na capital. O Gastronomix faz uma lista de sete novos estabelecimentos para  ajudar você a descobrir novas opções.

1 - PARADISO CINE BAR
306 Sul, bloco B, loja 4
Telefone: (61) 3526-8072
Funciona de segunda a sábado, a partir das 18h

2 – ESPRESSO MOGIANA
209 Sul, bloco B, loja 35
Telefone: (61)3242-6850

3 – PECORINO TRATTORIA
210 Sul, Bloco C, loja 38
Telefone: (61) 3443-8878

4 - BABBO GIOVANNI
413 Norte, Bloco C, loja 3
Telefone: (61) 3349-0567
Funcionamento: Terça a sábado, das 18h à meia-noite. Domingos, das 17h30 às 23h30.
Delivery: Terça a sábado, das 18h às 23h. Domingos, das 17h30 às 23h.  

5 - RIDERS CAFÉ
510 Norte, bloco E - loja 450
Telefone: (61) 2101-0202

6 – TRINDADE
105 Sul, Bloco D, loja 35
Telefone: (61) 3242-4039/ 3242-4005
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 12h às 16h e das !9h à 01h. Aos domingos,
somente almoço, de 12h às 18h

7 - BABY BEEF RUBAIYAT 

SCES – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 1, lote 1 A - Asa Sul
Telefone: (61) 3443-5000
Horários: segunda a sábado, das 12h à 0h30 / domingo, só almoço, das 12h às 18h.

RECEITAS // Ribbon sandwiches

Daniel Figueiredo
Colunista de Doces do Gastronomix

Nem sempre o acompanhamento do chá precisa ser doce, esses sanduíches coloridos são vegetarianos e são sempre um sucesso em qualquer chá! Em inglês, ribbon quer dizer fita, e parecem mesmo fitas a decorar os sanduíches :)

RIBBON SANDWICHES
 
Ingredientes
- 12 fatias de pão de forma
- 2 beterrabas médias
- 3 cenouras médias
- 10 folhas de alface, lavadas e secas
- sal e pimenta do reino
- manteiga

Preparo
- Descasque e pique as cenouras e as beterrabas, em panelas separadas, coloque para cozinhar em água com um pouco de sal e deixem que cozinhem bem, até ficarem bem macias. Esmagando com um garfo, reduza a cenoura e a beterraba a purê. Corte as folhas de alface em tirinhas bem finas.

- Passe manteiga em cada uma das fatias de pão e disponha uma camada de alface, uma de purê de cenoura e outra de purê de beterraba, passe manteiga nas duas partes que irão ter contato com o recheio. Tempere com sal e pimenta antes de fechar...


- Pressione levemente os sanduíches, corte as bordas do pão e depois corte ao meio, na diagonal.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

GASTRONOMIX // Trindade abre em Brasília no dia 1º

Sai o restaurante A bela Sintra e entra o Trindade – ambos são do mesmo grupo. A mudança de nome ocorre em consequência de uma série de alterações entre os sócios da rede de estabelecimentos de comida portuguesa.

O Trindade abre as portas no dia 1º de outubro, com a proposta de oferecer comida de boa qualidade, ambiente mais jovem e descontraído do que o A bela Sintra. Mas a troca de etiqueta não muda a pegada do local - comida portuguesa com certeza.


Uma das mudanças desse tom é que o bar, situado logo na entrada da casa, ganha espaço mais descontraído e terá novos drinks e boa música. “A ideia é também atrair um público mais jovem, que busque diversão aliada á boa gastronomia” destaca Giancolli.


O carro chefe do cardápio continua sendo o bacalhau. Ele está em 11 versões, como o bacalhau “Nunca Chega” (desfiado com presunto parma, azeitonas pretas, cebolas, batata palha e ovos) por R$ 78;  o bacalhau da corte (desfiado, com camarão, espinafre, gratinado com queijo parmesão) ao preço de R$ 86; o bacalhau à Trindade (posta confitada e gratinada com creme ao curry, mostarda e mel, acompanha verduras confitadas, batatas bolinha e alho poró frito) ao preço de R$ 112.
 
Há ainda os pratos com peixes e frutos do mar, com preços que variam entre R$ 74 (peixe à oriental com molho de alcaparras, cogumelos, shitake, uvas passas, amendoim ,vinho branco e coentro com legumes grelhados)  e R$ 140 (lagosta ao molho de champagne com risoto de macã verde). Há ainda os pratos de carnes, como filés e cordeiro grelhado e risotos diversos.
Entre as opções de sobremesas, os doces portugueses se destacam, como a sericaia, o toucinho do céu, encharcada de fios de ovos.


Já a carta de vinhos apresenta 85 rótulos, sendo que 50% são vinhos portugueses. Na equipe da cozinha, 22 profissionais, e no salão 15, sendo todos de Brasília, com exceção do gerente João Cavalcante, que veio de São Paulo. O chef de cozinha é Dior Marques, que já trabalhava na casa.
 
A partir do dia 8 de outubro, a casa passará a oferecer o menu executivo, no almoço de terça a sexta-feira, ao preço de R$ 68,00, com couvert, entrada, prato principal e sobremesa.


Restaurante Trindade
CLS 105, Bloco D, loja 35
Telefone: (61) 3242 4039/ 3242 4005
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 12h às 16h e das !9h à 01h. Aos domingos,
somente almoço, de 12h às 18h

Acessiblidade, com elevador para o piso superior