quinta-feira, 11 de março de 2010

GASTRONOMIX // Ceviches do chef Carlos Muñoz


Fatias de peixe cru ou frutos do mar, suco de limão (ou de uma fruta ácida), cebola roxa, pimenta (aji) e temperos. Pronto. Tá formado o ceviche, que vem conquistando cada vez mais o público brasileiro. A combinação de sabores é bem agradável. Quem ainda não beliscou um pratinho desses tem a oportunidade de experimentar para emitir uma opinião.

O El Paso Latino, do restauranter David Leichtig, trouxe um craque da gastronomia peruana, o chef Carlos Muñoz (que atualmente trabalha no Atlantic City Cassino, em Lima), para preparar diversos tipos de ceviches em uma segunda edição do festival. Cada ceviche será acompanhado de um tiradito (R$ 36,00). E no buffet de fim de semana (R$ 45,00), David garante que haverá alguns pratos peruanos também.

Dentre as opções, você pode saborear desde o mais tradicional, chamado Limeño (preparado com robalo), até alguns mais ousados com carambola e gengibre. As combinações dos ceviches são as mais diversas possíveis. Na terça, o pessoal da imprensa fez um mini test drive do que vem por aí. Vejam só:

Amouse bouche
Camarão frito na maisena com suco de tomate e “leite de tigre” (caldo que é aproveitado quando se prepara um cecivhe, à base de suco de limão, gengibre e pimenta)

Ceviche Clássico com Carambola (o melhor na minha opinião)
Tilápia fresca, marinada em limão, gengibre, aipo, cebola roxa, coentro, aji amarillo e carambola

Ceviche de Salmão com mariscos ao Rocoto
Salmão em cubos, polvo, camarão servido em creme picante de pimenta peruana

Tiradito ala Huancaina
Finas lascas de robalo cobertos com molho a base de aji amarillo e queijo fresco

Corderoa La Chiclayana
Carre de cordeiro marinado em cerveja pretae cozido levemente em tempero a base de coentro e pimenta vermelha

Arroz com Mariscos (parece uma paella, só que mais cremosa)
Arroz cremoso com frutos do mar, com aji amarillo e cebola roxa

Uma das inovações de Muñoz foi a batata doce com caramelo de laranja. Usualmente, em pratos peruanos, são utilizados o milho e a batata doce para quebrar um pouco a pimenta. Dessa vez, o chef fez uma gracinha bem sucedida: fez uma espécie de purê de batata doce e o envolveu com uma calda de laranja. Uma delícia!

Para quem ainda não tentou, mergulhe de cabeça. Para os já iniciados, se joguem.

II Festival de Ceviches – 12 a 21 de março
El Paso Latino - 404 Sul
Asa Sul - Brasília
Telefone: (61) 3323 4618

quarta-feira, 10 de março de 2010

AO PÉ DO OUVIDO // Maravilhas de além-mar

Por Rosualdo Rodrigues

Há cerca de dois anos uma amiga trouxe de Portugal o disco Navega, de Mayra Andrade, e presenteou-me com uma cópia. Eu, que até então tinha o nome de Cesária Évora como sinônimo de música cabo-verdeana, passei a ter mais uma referência: uma cantora jovem, de voz linda e uma música tão boa quanto à de sua conterrânea veterana.

Por isso foi uma feliz surpresa saber que o segundo disco de Mayra, Stória stória, está sendo lançado no Brasil. Mais surpreso ainda fiquei quando soube que ele é produzido por um brasileiro, Alê Siqueira, e tem participação de músicos brasileiros, todos de primeira linha (Jacques Morelenbaum, Marco Suzano, André Mehmari, Lincoln Olivetti...).

Mayra já tinha gravado uma participação no segundo disco de Mariana Aydar (na música Beleza). Mas, ao entrevistá-la para o Correio Braziliense (por telefone Brasília-Lisboa), fiquei sabendo que suas conexões com o Brasil não são só essas. Ela já se apresentou em Rio e São Paulo e está louca para marcar mais presença em nosso país.

Tomara que consiga, porque a música dela é algo raro. Tem um parentesco com a música brasileira, mas não é a mesma coisa; tem um certo molejo africano, mas também não é por aí... Parece que o fato de estarem em alto mar deu aos cabo-verdeanos uma leveza musical que é a marca deles. A morna, ritmo mais conhecido de lá, muito cantado por dona Cesária, tem muito disso.

E Stória stória é assim, tem uma forte marcação percussiva e rítmica, mas é de uma leveza impressionante. Tem aqui e ali ecos de jazz, num fraseado de piano, num solo de trompete, mas é uma música cheia de personalidade.

O post está ficando grande, mas eu não queria deixar de falar de outro disco igualmente ótimo e que também faz ligações entre Brasil e além-mar. Fado mulato, da portuguesa Maria João Quadros, é um belíssimo exemplar do gênero fado. Curiosidade: as músicas são de brasileiros como Chico César, Zeca Baleiro, Alzira Espíndola, Francis Hime e Pedro Luís, sobre letras do poeta português Tiago Torres da Silva. Ela também incluiu Gota d'água, de Chico Buarque, e um chorinho de Paulo César Pinheiro e Ivor Lancelotti.

Maria João é fadista veterana, mas nesse disco se alinha com a renovação por que passa o gênero, feita por nomes como Mariza, António Zambujo e Mísia. Acompanhada por um afinado quarteto de violões e guitarra portuguesa, cria momentos emocionantes, como quando transforma em fado o tal chorinho, Amor alheio, ou na comovente Quando a noite adormece (de Tiago e Ivan Lins).

Dezembro ainda está bem longe, mas minha lista de melhores lançamentos do ano já tem dois títulos com lugares merecidos e reservados.

Ouça Stória stória no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=0qiMl1KQvy0

terça-feira, 9 de março de 2010

GASTRONOMIX // Um giro de 33 dias

Voltei. Depois de 33 dias viajando pela Europa, estou de volta. Louco para dividir aqui com vocês algumas das aventuras gastronômicas por Londres, Istambul, Capadócia, Veneza, Florença, Roma e Lisboa. Tem de tudo um pouco: de Gordon Hansay e Jamie Oliver até pratos da Renascença, passando pelos deliciosos sorvetes e especiarias turcas. Senta que lá vem história. Podem ficar tranqüilos que não cansarei vocês só com Europa. Temos novidades pela capital e pelo Brasil também.

Vou direto ao último e acidental destino: Lisboa. A conexão da TAP não me esperou e tive de ficar um dia em Lisboa. Que duro, né! Acordei cedo e fui bater perna pela belíssima capital portuguesa. De volta à terrinha dois anos e meio depois. Lisboa continua linda, agradável e divertida.

Dei uma volta pelo agitadíssimo Bairro Alto, local que ferve às sextas e aos sábados com o público jovem transitando pelas vielas e corredores de pedras com drinks na mão. Quase fui atropelado ao admirar o famoso Elétrico 28, que dá um bom giro pela cidade. Matei saudades da carrocinha que vende CDs de fados. Mariza ao fundo...Que delícia. Não queria mais nada. Aliás, queria sim.

Peguei um bonde no Cais do Sodré e fui embora rumo à Belém. Suaves 15 minutinhos. Ao lado do Mosteiro dos Jerônimos e perto da bela Torre de Belém, fica a Pastelaria de Belém, onde são fabricados os famosos pastéis com o mesmo nome. Você pode comê-los no balcão (que vive sempre abarrotado) ou sentar em um das mesas do labiríntico restaurante/pastelaria. Se puder, opte pela segunda.

O momento é para guardar na memória. Eu e Daniel, que viajou comigo, pedimos primeiro os irresistíveis pastéis de bacalhau (0,90 euros) com vinho verde (típico de Portugal, serve bem gelado). Foram três rodadas. Cada uma, com dois para casa. A crocância do bicho é de sentar e chorar de tanta felicidade. Olhem isso!


Fomos muito bem atendidos pelo Araújo, que quase sentou à mesa de tão íntimos que ficamos dele. Quase consegui a receita secreta (brincadeira!). Em seguida, fomos de pastéis de Belém (0,90 euros). Quatro para cada um. Com expresso bem forte para acompanhar a sobremesa dos deuses – literalmente. A receita, mais bem escondida que a da Coca-Cola, é feita no local desde 1837. Alguns gostam de povilhar açúcar refinado e canela. Prefiro-os puro. Saímos de lá e tinha certeza que o fim da viagem foi brindado com um sabor especial.

Flagra na produção. Quase fui preso por isso...


Pastelaria de Belém
Rua de Belém 84 a 92
Belém – Lisboa (Portugal)
Telefone: +351 21363 74 23
Site:
http://www.pasteisdebelem.pt/pt.html

segunda-feira, 8 de março de 2010

EU RECOMENDO // Arcadas da Capela em Coimbra


Por Mari Campos (*)
Convidada especial do Gastronomix


“Não sou crítica de gastronomia, longe de mim. Mas sei comer bem e posso dizer que já tive o prazer de fazer refeições absolutamente memoráveis em restaurantes como o Azul (do Mandarin Oriental, Miami), o El Bistro (do Faena), o Casa Cruz, o Fouquet’s...

Desfrutar o ambiente, comer primeiro com os olhos, sentir todos os aromas do prato, levar à boca a primeira garfada tranquilamente... cada refeição num restaurante especial segue praticamente um ritual pra mim. E acho ainda mais louvável quando um restaurante especial consegue servir refeições de primeiríssima linha com preços mais que convidativos.

Assim foi minha experiência no restaurante Arcadas da Capela, que fica no hotel Quinta das Lágrimas em Coimbra, Portugal. Dia de chuva e frio, outono europeu no ano passado; desculpa mais que perfeita para me abrigar num restaurante aconchegante, com tradição em boa comida. Afinal, o Arcadas da Capela opera sob a bandeira da Relais&Chateaux.

Se à noite o restaurante lota, com suas românticas mesas à luz de velas, para o almoço o restaurante é o spot perfeito para quem busca tranquilidade, em suas mesas com vista para o jardim – e o melhor de tudo: menu igualmente cuidadoso a apenas 19 euros. Sim: 19 euros por entrada, prato principal e sobremesa.

Há também inúmeras opções a la carte. Mas o menu do chef, com 6 opções de entrada, 6 de prato princiipal e 4 de sobremesa – foi obviamente o que me interessou. A carta de vinhos é de impressionar: um livro pesado e imenso, com centenas de vinhos portugueses e também vários outros internacionais, das mais diversas casas, uvas e safras.

Dizem que o Chef Albano Lourenço cuida mesmo de cada detalhe na cozinha e adora utilizar os produtos tradicionais dessa região portuguesa em seus pratos, assim como também inclui ervas e legumes produzidos biologicamente ali mesmo, nas dependências do hotel. Logo que eu fiz o pedido, me trouxeram um couvert simples, mas acompanhado de um “abre-apetite”, como disse a garçonete, de vitela que estava perfeito. De entrada, pedi o risoto de brócolis, que me pareceu saboroso, mas sem sal. Já o salmão com manteiga de ervas estava perfeito, assim como a irretocável sobremesa-chefe da casa: leite-creme com molho de frutas vermelhas. Divina.

O que faltou? Uma boa música ambiente, pra combinar com a decoração aconchegante e com o dia chuvoso lá fora. Mas taí a prova de que a alta gastronomia – premiada com estrela no Michelin, inclusive – pode, sim, ter momentos low cost. E igualmente memoráveis”.

Arcadas da Capela
Quinta das Lagrimas, Coimbra, Portugal
Telefone: 239 802380
Site:
www.arcadasdacapela.gastronomias.com/

(*) Mari Campos é jornalista e colabora para algumas das principais revistas brasileiras escrevendo sobre viagens e turismo. Blogueira e tuiteira viciada, já publicou também o “Pequeno Livro de Viagem”, pela Editora Verus. Mari está no twitter: @maricampos e escreve em dois espaços virtuais:
www.pelo-mundo.blogspot.com e www.viajeaqui.abril.com.br/blog/saia-pelo-mundo/

sexta-feira, 5 de março de 2010

DRINK_ME // O Ping Pong dos Drinks


Por Juliana Raimo

No último sábado, na companhia das minhas queridas amigas Rê, Val, Estê e Erikinha, podemos dizer que, ao longo de várias degustações de mini porções de dim sum (pequenas porções de massa finíssima feitas no vapor, mas também assadas ou fritas, com recheio de carne, legumes ou frutos do mar), fizemos um “ping pong” dos drinks, e nos demos bem.

A casa Ping Pong é a abordagem moderna da milenar tradição chinesa das casas de chá e, sob coordenação do chef de bar Gil Carneiro, o restaurante realmente investiu na carta e na qualidade dos drinks. Gil, junto ao barman italiano da rede internacional, Daniele Ziaco juntaram criatividade e experiência para incrementar o cardápio que vai muito além dos chás fragrantes.

O Ping Pong, uma rede inglesa, soma 12 casas em Londres, uma em Dubai (Emirados Árabes) e outra em Washington (Estados Unidos), além da filial brasileira. Veja os quatro Drinks que experimentamos:

Lemon & Basil

Foto Tadeu Brunelli

- Composição: Vodka Smirnoff Red, suco de limão, folhas de manjericão e pitada de pimenta do reino. Preço R$ 16,00
- Sabor inusitado que une o cítrico com o aroma do manjericão e o toque da pimenta no final faz toda a diferença.

Mandarin Mojito


Foto Mauro Holanda


- Composição: Rum Bacardi Superior, limão, hortelã e tangerina. Preço: R$ 16,00
- Surpreende por ser uma releitura do tradicional mojito onde a tanjerina deixa o drink mais saboroso e suave, quebrando o forte domínio da hortelã.

Peach & Rose Bellini


Foto Mauro Holanda

- Composição: Chandon Brut, purê de pêssego e pétalas de rosas. Preço: R$ 19,00
- Um drink tradicional (Bellini) que ganhou uma estética delicada e chic.

Asian Manhattan


Foto Mauro Holanda


- Composição: Whisckey Jack Daniels, vinho de ameixa, vermouth roso e um toque de angostura. Preço: R$ 21,00
- Inspirado no tradicional drink Manhattan, o Asian trás um sabor um pouco mais adocicado pela adição do vinho de ameixa. Foi servido estupidamente gelado como deve ser.

Ping Pong
Rua Lopes Neto, 15
Itaim Bibi – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3078 5808
Site:
www.pingpongdimsum.com.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

AO PÉ DO OUVIDO// A gata sueca e o lobo francês

Por Rosualdo Rodrigues

Navegando pelo YouTube dia desses encontrei um vídeo sensacional de uma cantora chamada Lykke Li. A música, Little bit, é curiosa, de levada bem dançante, mas com arranjo econômico, boa parte só com percussões e baixo, uma coisa meio crua, minimalista (assim como o próprio vídeo).... Parece até um esboço de música e isso é o que lhe dá charme. Aí, claro, quis ver outros vídeos dela disponíveis, todos igualmente ótimos, como Dance dance dance e I’m good, I’m gone. Tem também três remixes matadores de Little bit e um de I’m good, I’m gone que mostram como aquele “esboço” dela pode render bem na mão de quem souber “enfeitá-lo”.

Depois disso, próximo passo: Wikipédia.... Lykke Li é uma sueca de 23 anos. Filha de artistas, morou em Lisboa, Nova York, no Marrocos... Voltou à Suécia com 21 anos e, com essa cabeça cosmopolita, gravou o primeiro e até agora único disco, Youth novels, produzido por Bjorn Yttling (do Peter Bjorn and John) e Lasse Martén (produtor de Pink... Mas, nada a ver). Não lançado ainda no Brasil, infelizmente. Aqui, Lykke Li, por enquanto, só pode ser ouvida em uma das faixas da trilha do filme Lua nova, chamada Possibility, que não é a mais legal das que conheci dela.

E já que estou falando de uma artista que não tem disco no Brasil, vou completar o post com outro que também nunca foi lançado por aqui mas que pode ser conhecido via YouTube, MySpace e afins. Desde novembro não paro de ouvir o disco L’ home du monde, de Arthur H., pianista e cantor francês de voz muito peculiar, áspera, que poderia ser descrito como “um Tom Waits cantando canções de Serge Gainsbourg”. Só que Arthur H., pelo menos nesse que é seu disco mais pop (ele tem mais de 10), é superdançante.

Músicas como The goddess of love and the business man e Radio City lights são de fazer você voar (apesar dos títulos em inglês, as letras são em francês). Mas Dancing with Madonna é a faixa mais, digamos, comercial do álbum e é justamente a que tem clipe no YouTube. Infelizmente, a única do disco novo disponível naquele portal. Por outro lado, algo curioso: tem um vídeo de Arthur H. participando de um show do brasileiro Lenine em Paris. E no MySpace dele há uma música ótima em dueto com Feist, La chanson de Satie, que me pareceu ser de um novíssimo disco de H., Mystic rumba.

Enfim, Lykke Li e Arthur H. ficam como dicas para quem gosta de revirar a internet em busca de outros sons. E como a rede mundial é um campo vasto e cheio de possibilidades, não duvido que algum de vocês consiga baixar alguma coisa de um ou outro...


Links

Site oficial de Lykke Li:
http://www.lykkeli.com/promo.htm
Little bit:
http://www.youtube.com/watch?v=upnTg2GPgTM&NR=1&feature=fvwp
(leva aos demais vídeos de Lykke Li)
Dancing with Madonna:
http://www.youtube.com/watch?v=7Q9_ecSotx
MySpace de Arthur H.:
http://www.myspace.com/arthurhigelin

segunda-feira, 1 de março de 2010

EU RECOMENDO // Trendies da Big Apple


Por André Duek (*)
Convidado especial do Gastronomix


“Nova York é um lugar incrível para quem aprecia uma ótima gastronomia, glamour e ambientes descolados.Sempre que viajo pra lá conheço algum lugar novo com uma gastronomia refinada e gente bonita.Pra mim Nova York é a capital do mundo! Meus endereços prediletos:

Pastis
Little West 12 Street (corner Ninth Avenue)
Tel. 212 9294844
Site:
www.pastisny.com
Sempre lotado, principalmente à noite.
Bomba no Meat Packing…Uma versão mais jovem do Balthazar.

Café Luxembourg
200W. 70 th Street (bet. Amsterdam &West End Aves.)
Telefone: 212 873 7411
French Bistro. Lugar simples gosto de ir até lá para tomar uma sopa de cebola ou comer uma omelete.

DB Bistro Moderne
55W 44th Street (bet.5th & 6th Avenue)
Telefone: 212 391 2400
Site:
www.danielnyc.com

BLT Steak
106 E. 57 th St. (bet. Lexington & Park Avenue)
Telefone: 212 752747
Site:
www.bltsteak.com

Balthazar
80 Spring StTelefone: 212 988 8169
Clássico Bistrô francês

River Café
1 Walter St. (bet. Furman & Old Fulton Sts) Brooklyn
Telefone: 718 522 5200
Site:
www.rivercafe.com
Comida boa, vista maravilhosa

(*) André Duek, 36 anos, é administrador de empresas com pós-graduação em Negócios e MBA pela FGV. Foi responsável pela maior negociação de fusão e aquisição de uma empresa de moda no Brasil. Ocupou, em 2007, a vice-presidência do Grupo TF, das marcas Forum, Forum Tufi Duek, Tufi Duek e Triton. André trabalha no mercado de moda dirigindo a marca Carina Duek e também atua no marketing esportivo.