quinta-feira, 15 de outubro de 2009

GASTRONOMIX // Os asiáticos de Berlim – parte 2

Ao longo das próximas semanas, vou mesclando posts sobre a gastronomia de Berlim com outras informações nacionais bacanas de comidas e bebidas para não deixá-los enfadados. Como prometi, segue a segunda parte do passeio gastronômico aos asiáticos da capital alemã.

Quero deixar registrado o quanto os alemães são gentis, atenciosos e educados. É impressionante: basta você abrir o mapa para se achar que lá vem um berlinense ter ajudar. Em restaurantes onde não há cardápio em inglês, por sorte ou hábitos deles, o garçom traduzia pacientemente os pratos para o inglês. Realmente, a cidade me surpreendeu nesse ponto. Vamos ao que interessa. Mais dois asiáticos e aguardem mais Berlim, pois tem visitas a restaurantes italiano, espanhol, cafés, contemporâneos, alemães...


GOOD MORNING VIETNAN

Dos quatro asiáticos experimentados, esse foi o melhor pela comida. O ambiente é moderninho, mas o clima no dia não estava tão animado assim. O atendimento deixou um pouco a desejar também. Mas vale pela comida e pela boa música: um jazz calmo e harmônico ao fundo para uma boa conversa e para degustar um belo pato.

Os asiáticos sempre puxam para a decoração vermelha com um pouco de dourado. Nas paredes, fotos, em preto e branco, do filme Good Morning Vietnan, clássico filme de 1987 dirigido por Barry Levinson. Fomos de drinks, entrada e prato principal.

Lua Moi Gung (4,90 euros)
Vodka, gengibre fresco, lima, açúcar, xarope e soda

Chanh Vai (4,90)
Vodka, licor de lichia, néctar de goiaba, suco de limão e capim limão

Exotic salad (3,80 euros)
Noodles transparente, papaia, amendoim, camarões,
menta vietnamita fresca e molho picante


Nem Ha Long (2,80 euros) - Camarões e siri em rolos

Vit Cuu Long Delta (7,5 euros)
Pato crocante com vegetais, manjericão tailandês,
leite de coco, arroz e pimenta

PAGODE

Depois de garimpar algumas reportagens de Berlim, cheguei ao Pagode. Do lado de fora, ele parece bem brasileiro pelas cores verde e amarelo e pelo nome. E também por conta da confusão de pessoas.

O restaurante é pequeno, até você descobrir que existe uma escada que te leva a uma sala maior para comer com calma. Na parte de cima, há mesas menores, altas e próximas uma das outras.

O esquema é meio self service. Você escolhe o que quer no cardápio, paga e espera seu número ser chamado em meio a várias senhorinhas asiáticas que não falam inglês. Vale a mímica. Se você for bom de Imagem e Ação vai se dar bem ao pedir os pratos. Mas tudo sem desespero. A comida é mediana. Em frente ao Pagode, tem o café Barcomi´s, que falarei em outro post. É almoçar e cruzar a rua para a sobremesa. Pra mim, esse foi o mais fraquinho dos asiáticos.

Gra Praws Gung (8,60) – camarões com pimenta,
alho, bambu, manjericão tailandês, shoyu e arroz


Good Morning Vietnan
Alte Schönhauserstrasse
Mitte - Berlim (Alemanha)
Telefone: 030 88 29 73
Site:
www.good-morning-vietnam.de

Pagode Thai Kitchen Gastronomie
Bergmannstrasse 88
Kreusberg – Berlim (Alemanha)
Telefone: 30 691 26 40
Site:
http://pagode.berlinasia.de/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

AO PÉ DO OUVIDO // Quando crescer quero ser Francis Hime

Por Rosualdo Rodrigues

O assunto deste post seria o disco novo da Bebel Gilberto, mas ontem entrevistei Francis Hime (por telefone, matéria para o Correio Braziliense) e fiquei tão impressionado com a jovialidade, simpatia e disposição dele que não resisto a deixar Bebel para a próxima quarta-feira. Hime fez 70 anos recentemente e, para comemorar, está lançando um álbum duplo, O tempo das palavras... Imagem. Um dos CDs traz músicas inéditas dele com parceiros como Geraldo Carneiro, Olívia Hime, Moska, Edu Lobo e Paulo César Pinheiro. No outro, temas instrumentais que compôs para trilhas sonoras de diferentes filmes (Dona Flor e seus dois maridos, A estrela sobre, A noiva da cidade...), e que ele recria em arranjos para piano solo.

Nos dois discos, é evidente o vigor que Francis Hime mantém na criação musical. É incrível como, depois de tantas canções compostas, ainda há frescor na forma como suas melodias envolvem as palavras, ou como elas são criadas de maneira a deixar-se ocupar fácil e harmoniosamente pelas palavras – ele tanto põe música em letras prontas (caso das que compôs com Geraldo Carneiro) quanto entrega melodias para outros “letrarem” (como na que fez com Moska).

No disco instrumental, as composições se renovam no tête-a-tête dele com o piano, na habilidosa viagem que faz nas variações dos temas, criando algo com gosto de inédito, mesmo em se tratando de músicas conhecidas (caso das de Dona Flor, por exemplo). É tão sublime que não se vê o limite entre popular e erudito. Tão bonito que quase não dá para acreditar que só agora, aos 70 anos, Francis Hime tenha gravado seu primeiro disco de piano solo, embora estude o instrumento desde os 6 anos de idade.

E aí, quando você o ouve falando, entende o por quê de tudo isso. É notável o entusiasmo e boa vontade com que Francis Hime fala sobre seu processo de trabalho, sobre o disco, sobre os projetos que tem em andamento. A jovialidade está no tom da voz, na naturalidade com que transparece a paixão pelo ato de criar música. Pergunto se depois de 50 anos de carreira um músico corre o risco de estabelecer uma relação burocrática com seu trabalho, como outro profissional qualquer. Ele diz que não, que dá vontade de inventar mais, de fazer mais coisas diferentes.

Então, que faça muitas e muitas ainda. Eu já decidi: quando crescer (mais do que já crescci), quero ser Francis Hime.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

GASTRONOMIX // Os asiáticos de Berlim

Vou começar essa viagem gastronômica pelos restaurantes asiáticos de Berlim. São muitos, muitos mesmos e de boa qualidade. Acho que só não barra Bruxelas, onde existem ruas inteiras com comida vietnamita, chinesa, japonesa, cambojana e tailandesa. Na capital alemã, fui a quatro asiáticos. Para não ficar cansativo, vou dividir em dois posts. Na quinta, mais dois restaurantes de olhos puxados.

PAN ASIA

O restaurante fica no Mitte, próximo a galeria Hackesche Höfe - onde você encontra desde roupas, salão de beleza até objetos de decoração. Há um quadro negro sinalizando o menu do dia. Você tem de caminhar um pouquinho para entrar. O local é amplo. Há mesas coletivas e individuais. Na decoração, predomina a cor vermelha e tem dois grandes painéis em duas paredes.

A grande cozinha fica “escondida” atrás de um tapume de vidro adesivado. O resultado é bem interessante. O público é jovem e composto pela maioria de turistas. A música ao fundo é um convite para boa refeição. Eu e Daniel fomos do menu da casa que, no dia, custou 7,5 euros com prato principal e sobremesa. Veja só:

Ice tea de capim santo e lichia

Tagliatelli com cubos de atum picante

Sopa de iogurte natural com abacaxi, raspas de limão e hortelã

Há cardápio em inglês. Mas, por curiosidade, tirei uma foto do da versão em alemão. Fácil, fácil de entender, né?

MONSIEUR VUONG
É um lugar muito cool. Frequentado por jovens descolados. Até porque a cozinha é bem acessível financeiramente. O cardápio muda a cada dois dias. As novidades pipocam assim como as cores do ambiente: vermelho e laranja contrastam com um aquário mais ao fundo do restaurante.

Há mesas na calçada e um balcão que faz uma curva. Você pode aguardar enquanto não vaga uma mesa. A rotatividade é alta, o atendimento; rápido e a comida; saborosa. Para os berlinenses, é uma espécie de boteco vietnamita. A trilha sonora agrada aos ouvidos mais atentos.

Pedimos as porções e dividimos tudo por dois:

5 rolos com camarão e molho de limão apimentado com cebolina

Frango com curry (7,40)
Arroz, cenoura, broto de feijão, alface, repolho roxo, salsão,
manjericão tailandês (gosto de erva doce), coentro

Noodles com peixe (7,40)
Salsão, amendoim, broto de feijão, alface, shoyu, coentro

Pan Asia
Rosenthaler Strasse, 38
Mitte – Berlim (Alemanha)
Telefone: 030 27 90 88 11
Site:
www.panasia.de

Monsieur Voung
Alte Schönhauserstrasse 46
Mitte - Berlim (Alemanha)
Telefone: 030 99 29 69 24
Site:
www.monsieurvuong.de

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

GASTRONOMIX // Um giro por Berlim


Acabo de voltar de 10 dias de férias em Berlim. A cidade é incrível. Tem um pique impressionante. Pessoas muito bonitas e simpáticas, arquitetura antiga misturada com elementos modernos, história pulsando nas ruas e uma noite agitada.

Claro que não deixaria em segundo plano as veias gastronômicas da cidade. Os preços dos restaurantes, inclusive os de alta gastronomia, me pareceram mais modestos do que em outros países da Europa. Berlim é um convite para a alegria, ainda mais quando a cidade comemora os 20 anos da queda do muro que dividia o espaço entre russos e americanos. Viaje comigo a partir dessa terça, 13 de outubro, na terra da cerveja e da diversão.

EU RECOMENDO // Mediterrâneo de Fatto


Por Manu Santoro (*)
Convidado especial do Gastronomix

“O Fatto é uma viajem pelo Mediterrâneo. Um restaurante super moderno que conta com um lounge, onde se pode tomar uma caipiroska de Banana Flambada com açaí e vodka, onde se escuta um DJ por noite com um set super gostosinho. Às vezes, me lembra até o Cafe Del Mar, de Ibiza...

Comer, com clima de areia e mar, um finger food criado pelo chef Dudu Camargo é um absurdo de bom!!! Depois, você pode entrar no restaurante comer um prato super elaborado, onde vai sentir as mais diferentes sensações...

Selecionei o Carré de Cordeiro em crosta de funghi Chanterelle com molho Dudu Camargo acompanhado de cuscuz marroquino do Fatto (R$ 82,90). O Carré é a costela do lombo do cordeiro. Daí se tritura o funghi seco e faz-se uma crosta nele.

O Molho Dudu Camargo (suuuuuuper secreto, vai para vocês) é feito com aceto balsâmico, vinho tinto, creme de cassis, vinho do porto, vinagre de framboesa e cebola roxa. O Cuscuz marroquino do Fatto tem frutas secas (tamara, damasco, figo turco) e castanhas (pistache e amêndoas). A experiência é divina. É ir lá e conferir.”

Fatto – Alquimia Mediterrânea
SHIS QI 09, bloco C, loja 6
Lago Sul - Brasília (DF)
Telefone: (61) 3364 0284

(*) Manu Santoro é produtor de eventos em Brasília.

domingo, 11 de outubro de 2009

ABOBRINHAS // Preconceito ao sugo


Luciano MilhomemColunista de Alimentação Natural do Gastronomix

O ser humano em geral parece ser apreciador de uma estranha iguaria, o preconceito. Há variedade incrível de conclusões apressadas no cardápio. Quem não come carnes sabe muito bem disso, pois, volta e meia, é alvo de uma série de prejulgamentos. Aqui e ali, não falta quem insinue que o vegetariano é, no mínimo, um esquisito. E é justamente o preconceito contra os adeptos do menu sem carnes o tema de minha crônica de hoje. No final, para não perder o hábito, dou dica de onde provar uns pasteizinhos de legumes que – hummmm... – fazem qualquer um esquecer que existe atrito até sobre comida.

Um dos preconceitos mais comuns contra vegetarianos vem temperado com alta dose de comiseração. Muita gente julga que os vegetarianos são um bando de românticos que colocam sua saúde em risco só porque sentem pena dos animais e não levam em conta que o ser humano está no topo da cadeia alimentar. De fato, há vegetarianos que não ingerem carnes porque discordam do extermínio em massa de bois, vacas, galinhas, patos, codornas, robalos, trutas. Mas não são todos, e mesmo os ardorosos defensores dos animais raramente perseguem quem não vive sem picanha assada na brasa ou pato no tucupi.

Mas há formas mais sutis de se servir preconceito. Por exemplo: admiração. Ouvi um grande amigo me dizer, certa vez, que ainda não havia “evoluído o bastante para deixar de comer carne”. Não percebi qualquer sinal de ironia no que ele me disse. Estava sendo sincero. Mas o preconceito é isto mesmo: um pré-conceito, uma concepção a priori, anterior ao conhecimento. Precisei deixar claro para ele que, ao menos no que diz respeito a mim, não há qualquer pretensão ética, tampouco religiosa, ao deixar de comer carnes. Se eu experimento algum tipo de “evolução”, essa só pode ser “física”, isto é, corporal, pois, de fato, acho que muita carne não faz bem ao corpo, à saúde física em geral.

Enfim, quando tenho oportunidade e acho que vale a pena, tento derrubar alguns mitos:

( 1 ) Para muitos vegetarianos (ou semivegetarianos), abrir mão das carnes foi decisão baseada meramente no bem-estar físico. Comer carne animal, para algumas pessoas, causa mal-estar: estômago pesado, digestão difícil, sonolência, azia, entre outros incômodos. Trata-se, portanto, de uma concessão ao corpo. Nada que ver com religião ou crença de qualquer tipo. Há pessoas intolerantes, por exemplo, à lactose e, por isso, devem evitar leite e derivados. Outras simplesmente reagem mal às carnes, sobretudo as vermelhas.

( 2 ) A maioria dos vegetarianos está careca de saber que carnes contêm proteína. Por isso, buscam-na em alimentos como soja, ovo, leite, queijo, entre várias alternativas. Há também suplementos alimentares – como o Whey Protein e assemelhados – para quem prefere evitar produtos de origem animal ou simplesmente complementar a dieta regular. Se algum vegetariano adoecer por falta de proteína, pode ser por desleixo, não por ignorância.

( 3 ) Deixar de comer carnes não é exatamente um indício de superioridade moral. No máximo, indica preocupação maior com a própria saúde ou interesse por uma alimentação mais leve. Há até historiadores que defendam o fato de que Adolf Hitler tenha sido vegetariano. Mito ou não, o fato é que deixar de comer carnes não transforma ninguém em santo.

( 4 ) Reconheço que alguns vegetarianos também façam lá seus discursos inflamados em defesa da dieta sem carnes. Mas até esses sabem, no fundo, que ninguém muda de hábito alimentar por decreto. É preciso respeitar o gosto de cada um.

A propósito de gosto, comi em São Paulo uns pastéis de legumes simplesmente inesquecíveis. O restaurante nada tem de sofisticado, mas a comida é farta e saborosa. O Cachoeira Tropical fica no Itaim Bibi. Por apenas R$ 18,00, come-se à vontade. Os tais pasteizinhos merecem lugar especial no prato. Se são gordurosos? Nem um pouco! Nem sequer são fritos. Eles são assados, o que os deixa ao mesmo tempo sequinhos e crocantes. A maioria das receitas do lugar é à base de proteína de soja. Há saladas diversas e massas, inclusive pizza vegetariana, e generoso buffet de doces – com e sem açúcar. Ninguém se lembra de preconceito em lugares assim!

Cachoeira Tropical
Rua João Cachoeira, 275
Itaim Bibi, Zona Sul (SP)
Telefone: (11) 3167 5211.




(*) Luciano Milhomem é jornalista, mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) e não ingere carne de bípedes e quadrúpedes há dois anos e meio.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

DRINK_ME // Os 10 mandamentos do drink


Por Juliana Raimo

O preparo de um drink é o segredo do seu sucesso. O cuidado e a preocupação com os detalhes são o que o tornarão sensacionais.

Fazer um drink pode ser muito mais fácil do que cozinhar, mas por que de tempos em tempos tomamos um drink ruim? Azedo, aguado, quente...O simples fato de misturar uma bebida com a outra não torna o drink bom. Mas o fato de misturá-las seguindo uma ordem e tomando um cuidado necessário com vários aspectos importantes, ai sim, nos aproxima da perfeição.

Compartilho os 10 mandamentos que acredito serem de extrema importância no preparo de um drink:

1. Gelar o copo onde este será servido. Coloque o copo no freezer ou congelador 2h antes do seu preparo ou acresce pedras de gelo no copo para resfriá-lo (enquanto você prepara o drink).
obs: esta técnica só não deve ser aplicada aos drinks que são servidos com uma crosta na sua borda (como a margarita e o whisky sour, por exemplo), pois este ingrediente acaba escorrendo com a transpiração do copo;

2. Alguns drinks são finalizados com uma azeitona, cereja ou zest de limão. Estes elementos em alguns casos não são apenas decorativos e sim um complemento essencial ao sabor do drink. Os casos mais conhecidos são a azeitona no dry martini, a cereja no manhatan e o sal na borda da taça margarita;

3. A decoração do drink pode dar um toque maravilhoso, mas, no meu conceito, ela não deve chamar mais atenção do que o próprio drink. E sim complementá-lo;

4. Conservar as bebidas em locais adequados. A vodka ou a cachaça na geladeira ou no freezer (se tiver espaço), os licores em locais que não bata sol, e alguns copos de drinks a vista, para não dar preguiça de buscá-los;

5. Ter sempre gelo, muito gelo. Nunca economizar neste item. Caso você não tenha aquela geladeira masterplus que “cospe” gelo, compre forminhas e lote seu freezer. Um drink servido quente (com exceção dos hot drinks como o Irish Coffee) é de se lamentar;

6. Quando é você quem está preparando um drink, procure pegar mais leve no seu próprio coquetel. O bom preparo sempre vai te exigir um pouco de concentração;

7. Acertar na escolha do copo é importantíssimo. Experimente beber um bom vinho tinto num copo de água com a borda espessa. Ele muda de sabor e textura. Normalmente nos livros vem escrito qual o copo recomendado para cada drink. Varie no modelo (décor) mas não o tipo de copo (long drink, martini, taça flut, old fashioned…);

8. Na hora de chacoalhar a coqueteleira, faça com vigor. Pare quando perceber que sua mão está “congelando”. A temperatura é tudo. Para os drinks preparados no mixing glass, cuidado com o tempo de giro da colher bailarina. Isto pode aguar o drink, pois o gelo derrete muito rápido;

9. Deixe todos os ingredientes e ferramentas de trabalho a mão. No meio de um preparo se você tiver que parar para pegar um espremedor de limão ou um copo em outro ambiente o drink nestes segundos perderá seu frescor, equilíbrio e mistério;

10. Preparar ou criar um drink é como fazer uma deliciosa comida. Se você a faz por fazer ela fica ok, se coloca energia, vontade e emoção, ela se torna uma delícia. Um bom drink, por incrível que pareca, depende disto, dedicação.

O cuidado com estes “10 mandamentos” o tornará um excelente bartender!


- Dica: Para o apreciador de drink, um lembrete: não misture. O drink pode mudar, mas a sua base alcoólica como a vodka, o gim ou a tequila deve ser mantida. Sua cabeça agradece.